<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207</id><updated>2012-02-28T01:38:59.108-03:00</updated><category term='Notícias'/><category term='Livros sobre finanças pessoais'/><category term='Comentários'/><category term='Dicas'/><category term='Artigos'/><category term='Finanças pessoais na internet'/><title type='text'>Finanças Pessoais</title><subtitle type='html'>Informações, reflexões e dicas para a saúde financeira pessoal e familiar. Novidades semanais. Confira!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>58</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-9213903170888715700</id><published>2012-01-27T21:27:00.000-02:00</published><updated>2012-01-28T20:00:10.284-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros sobre finanças pessoais'/><title type='text'>Livro "Finanças Pessoais: Fundamentos e Dicas"</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF23xfvj9kI/AAAAAAAAALs/quuUsvlwQds/s1600-h/Capa.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214526004527363650" src="http://bp3.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF23xfvj9kI/AAAAAAAAALs/quuUsvlwQds/s320/Capa.jpg" style="cursor: pointer; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;form action="https://pagseguro.uol.com.br/v2/checkout/cart.html?action=add" method="post" target="pagseguro"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;R$ 23 (já incluído frete)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Saber lidar com o dinheiro (ou a falta dele) é mais seguro do que ser milionário. Você não conhece alguém que tinha muito dinheiro e perdeu tudo? Eu conheço. Os casos também são comentados pela mídia: &lt;a href="http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/01/26/como-ganhar-dinheiro-e-nao-perder-tudo-faca-um-planejamento.jhtm" target="_blank"&gt;veja&lt;/a&gt;. Adquira o livro (solicitando pelo e-mail vapires@terra.com.br ou utilizando o sistema PagSeguro, abaixo) e siga o blog, que o complementa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;input name="receiverEmail" type="hidden" value="pires@pires.pro.br" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;input name="currency" type="hidden" value="BRL" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;input name="itemId" type="hidden" value="1" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;input name="itemDescription" type="hidden" value="FINANCAS PESSOAIS: FUNDAMENTOS E DICAS" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;input name="itemQuantity" type="hidden" value="1" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;input name="itemAmount" type="hidden" value="23.00" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;input name="itemWeight" type="hidden" value="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;input name="itemShippingCost" type="hidden" value="0.00" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;input alt="Pague com PagSeguro - é rápido, grátis e seguro!" name="submit" src="https://p.simg.uol.com.br/out/pagseguro/i/botoes/pagamentos/120x53-comprar.gif" type="image" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/form&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-9213903170888715700?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/9213903170888715700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=9213903170888715700' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/9213903170888715700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/9213903170888715700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/06/livro-finanas-pessoais-fundamentos-e.html' title='Livro &quot;Finanças Pessoais: Fundamentos e Dicas&quot;'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF23xfvj9kI/AAAAAAAAALs/quuUsvlwQds/s72-c/Capa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-5326921635013990822</id><published>2012-01-25T10:13:00.000-02:00</published><updated>2012-01-28T19:56:07.149-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Ano novo, orçamento novo</title><content type='html'>Ano novo, vida nova! O final de cada ano é um tempo em que as mudanças necessárias ou almejadas se colocam com muita força, em perspectiva. O clima é propício, compromissos verbais não custam nada, esperanças nunca são demais...&lt;br /&gt;Em seguida, o ano se inicia e vai rapidamente em direção ao meio e, entretanto, para muitos, as finanças continuam na mesma: descontroladas. As promessas de um comportamento mais regrado sequer são lembradas. E se forem, servem apenas para ampliar a frustração.&lt;br /&gt;Por isso, no final do ano, não se deve ficar em promessas e expectativas. Deve-se pôr a mão na massa: caneta e papel e dá-lhe orçamento. Uma tabela com catorze colunas e tantas linhas quantos forem os itens de receita e despesa, mais algumas para subtotais e totais.Assim, mais ou menos, ó:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.pires.pro.br/documentos/planilhaorcpessblog16246.xls"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; e baixa uma planilha para personalização e uso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de preencher com os números esperados para cada item e mês, é possível fazer análises interessantes. Por exemplo: na coluna “Total” é possível conhecer o gasto anual para cada item de despesa (pode ser surpreendente em alguns casos, como água, luz, telefone, por exemplo, sugerindo a necessidade de mudar o padrão de consumo); a linha “Resultado” permite visualizar em que meses ocorrem problemas de fluxo de caixa (gastos maiores do que receitas), facilitando a antecipação de cortes ou a busca de receitas adicionais; e assim por diante.&lt;br /&gt;Pensar as finanças pessoais ou familiares em termos anuais, e não apenas mensais, é um grande salto de qualidade. Quem quiser ir além, pode, a partir dos números, estabelecer – e depois tentar atingir – metas específicas, como: reduzir o déficit anual em 10% ou 20%, por meio de menores gastos em restaurantes e combustível; aumentar a poupança mensal em 20% com recursos obtidos em horas extras de trabalho; recompor o padrão de consumo para adequá-lo às receitas ou buscar maior receita para conseguir bancar os gastos excedentes etc.&lt;br /&gt;Há quem ache isso uma bobagem, considerando que seus problemas financeiros são insolúveis porque ganha pouco e não tem como brecar o desequilíbrio. Bobagem! Se tentar, vai descobrir que as coisas não são bem assim, embora haja limites para o sucesso de uma boa organização das finanças pessoais, em termos de melhora dos resultados financeiros concretos. E experimentar não custa muito, a não ser umas poucas horas, de início, e menos ainda a cada mês, para monitorar o previsto e o realizado. Se não der certo, a pessoa não terá seu tempo de volta, mas ganhará em convicção, pelo sim ou pelo não – orçamento anual ajuda ou orçamento anual não ajuda.&lt;br /&gt;Feliz 2012! Tomara que o orçamento ajude para que assim seja.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-5326921635013990822?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/5326921635013990822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=5326921635013990822' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/5326921635013990822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/5326921635013990822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/12/ano-novo-oramento-novo.html' title='Ano novo, orçamento novo'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-3113979280285206436</id><published>2012-01-24T23:15:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T14:20:23.878-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Seis temas para melhora aplicar recursos 6</title><content type='html'>Tema 6  – Estratégias de investimento/aplicação financeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estratégia é uma expressão relacionada à guerra, como se sabe. Ela é muito apropriada para tratar, também, de aplicações financeiras. Pois em ambos os casos há que se encarar campos de batalha, em que vencer ou perder são as únicas possibilidades que se apresentam - uma positiva, desejada; outra negativa, a ser evitada. Há outra semelhança imediata, ainda, entre a lida com a guerra e a lida com o mercado financeiro: em ambas, quanto maior o tempo de exposição, maior a possibilidade de, em alguns momentos, colher derrotas, por melhor que seja o combatente. &lt;br /&gt;Equiparar a movimentação de recursos financeiros ao combate militar exige entender que vencer e perder são dados da realidade. Assim, da mesma forma que vencer uma guerra é algo que pode ser feito perdendo-se algumas batalhas nela implicadas, obter sucesso nas aplicações financeiras é conseguir ganhos líquidos satisfatórios ao fim de um processo em que ganhos e perdas se fazem presentes. O fundamental para o general e para o aplicador é a sagacidade que permite bater em retirada ou adentrar o terreno na hora certa; manter posição ou abandonar o posto. Por exemplo: se alguém perde R$ 20.000,00 na Bolsa de Valores depois de manter determinadas ações por 12 meses, precisa, no período seguinte, recuperar esse valor mais o que deixou de ganhar com ele. Ou fica de tocaia, esperando a revalorização; ou muda de papéis; ou combina as duas estratégias.&lt;br /&gt;A diversificação de carteira (manter posições em diferentes tipos de papéis) é uma estratégia muito usada para diluir risco. Se, por um lado, pode reduzir os ganhos potencias, por outro, evita maiores perdas. Mas há quem diga que acender uma vela para Deus e outra para o diabo pode deixar o pecador em maus lençóis com os dois. Assim, cada um deve avaliar o risco que deseja correr e, se for o caso, pode, apesar de estar na contratendência, apostar alto em uma única posição. Para isso, precisa ser um combatente com muita perícia, porém. Gente da infantaria não deve se meter com artilharia ou cavalaria.&lt;br /&gt;No mercado de ações há duas abordagens predominantes com respeito ao que deve ser considerado o melhor caminho para obter ganhos: o fundamentalismo e o grafismo. O fundamentalismo defende que as melhores ações são as que são frações do capital de empresas sólidas, com boas posições de mercado, com boa gestão, boas pagadoras de dividendos. O grafismo reza que é possível ganhar sem se ligar a uma empresa, bastando comprar na baixa e vender na alta, de acordo com as indicações que podem ser obtidas em gráficos que monitoram o sobe-desce do valor de mercado dos papéis, ao longo de uma série histórica.&lt;br /&gt;Cada uma dessas abordagens está voltada para diferentes estratégias de aplicação em Bolsa de Valores: numa (fundamentalismo), ganha-se mantendo uma carteira bem montada e mantida por longos períodos (o que garante, inclusive, tirar  maior proveito dos dividendos); noutra (grafismo), ganha-se comprando e vendendo todo dia, semana ou mês. Diversificar, nesse caso, seria compor uma carteira com ações de longo prazo (para acumular) e de curto prazo (para especular). E essa estratégia pode ser aprofundada comprando-se, além de ações, papéis representativos não somente de frações do capital (ações), mas também representativos de dívidas (debêntures). Pode-se, ainda, adquirir debêntures conversíveis em ações, de acordo com a conveniência da conjuntura. &lt;br /&gt;Se somente no mundo das aplicações em empresas as estratégias podem ser muitas, ao considerar todo o universo de modalidades de aplicações (títulos públicos, títulos imobiliários, títulos de valor futuro de mercadorias, títulos cambiais e derivativos) chega-se a uma multiplicidade de possibilidades que beira o infinito. Lidar com todos é coisa para general de muitas guerras ou para um exército inteiro bem articulado e comandado. É aí que entra a estratégia, um arte que combina o conhecido com o imponderável e não existe sem algum grau de aposta, de sorte e azar.&lt;br /&gt;O aplicador competente sabe definir a sua estratégia; e seu ponto de partida é a clareza de objetivos com os recursos de que dispõe, pois do contrário, mesmo ganhando perde: torna-se escravo do dinheiro. Assim como um general que faz a guerra sem motivos, um aplicador financeiro que faça o jogo do mercado sem saber o porquê, a não ser ganhar, não tem nenhum valor, por mais competente que seja.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-3113979280285206436?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/3113979280285206436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=3113979280285206436' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/3113979280285206436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/3113979280285206436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/07/seis-temas-para-melhora-aplicar.html' title='Seis temas para melhora aplicar recursos 6'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-3501433187813663658</id><published>2012-01-17T10:25:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T14:20:42.190-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Seis grandes temas para melhor aplicar recursos 5</title><content type='html'>Tema 5  – A conjuntura econômica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma aplicação financeira que é a mais rentável num determinado momento, de repente se torna a pior de todas. Isso pode acontecer e, de fato, com frequência ocorre no mercado. Isso se explica pela natureza cíclica da atividade econômica, cada um querendo tirar o maior proveito possível dos recursos que pode acessar (próprios ou de terceiros), aproveitando-se de oportunidades que são passageiras. Por isso, a conjuntura econômica precisa ser constantemente sondada pelos aplicadores e também pelos tomadores de recursos. &lt;br /&gt;A conjuntura econômica pode ser entendida como o momento atual, o horizonte de curto/curtíssimo prazo de um conjunto de variáveis que se relacionam entre si, produzindo diferentes efeitos na medida em que mudanças ocorrem em uma ou mais dessas variáveis. A expressão se originou na Astronomia, referindo-se às diferentes conjunções entre os corpos celestes a cada momento. A Astrologia, menos exata, se constrói com base nessas conjunções, partindo da constatação de que cada evento humano ocorre num momento singular, numa conjuntura única que determina para sempre suas características e possibilidades (horóscopo). O que é duvidoso, tornando arriscado tomar a Astrologia como método para decidir sobre a aplicação de recursos.&lt;br /&gt;Ao invés disso, de utilizar a Astrologia ou qualquer tipo de bruxaria, para lidar com o dinheiro, é melhor aprender a entender os diversos movimentos da conjuntura econômica, muito embora isso não seja fácil e sempre envolva alguma porção de sorte, além de muito trabalho de coleta e análise de informações. Daí porque amadores não devem se envolver com modalidades de aplicações financeiras muito complexas.&lt;br /&gt;Uma situação exemplar, suficiente para ilustrar o que são os elementos conjunturais da economia e dos mercados financeiros e de capitais, é a variação minuto a minuto das cotações nas bolsas de valores e de mercadorias e futuros. Lá alguém pode comprar um título a R$ 100,00 pela manhã e vendê-lo a R$ 120,00 ou a R$ 75, 00 à tarde. Das 10 horas da manhã às 4 da tarde dificilmente o mundo muda tanto a ponto de justificar tanta perda ou tanto ganho. Exceto em casos de grandes catástrofes naturais ou de guerra, geralmente o ganhador ou perdedor na bolsa sai às ruas e vê o mundo tal como estava quando entrou no prédio em que os leilões ocorrem. Mas sua situação melhorou ou piorou muito, ou pouco, dependendo do caso. É assim porque o que mudou não foi, com efeito, o mundo, mas as expectativas que os agentes econômicos têm do futuro, de como seus recursos se encontrarão daqui a alguns dias, semanas, meses ou anos.&lt;br /&gt;Quando os agentes econômicos avaliam que o futuro reserva alta lucratividade para as empresas, decidem aplicar em papéis que os fazem sócios dessas empresas - ações. Quando, pelo contrário, acham que a lucratividade cairá, preferem oferecer empréstimos, fugindo do risco do empreendimento. Assim, entre juros (remuneração de empréstimos) e dividendos e/ou ganhos com transação de ações (remuneração de quotas de participação em empresa) existe uma oposição. Quando o preço das ações cai, a demanda por elas diminui e aumenta a demanda por outros papéis, geralmente representativos de dívidas. É hora de o aplicador avaliar a conjuntura, para saber se deve manter as ações em carteira ou livrar-se delas e passar para debêntures ou títulos da dívida pública, por exemplo.&lt;br /&gt;A quantidade de relações entre variáveis e as possibilidades de combinações de eventos, determinando ganhos ou perdas na economia, em geral, e nos mercados financeiros, em particular, é praticamente infinita. Se uma empresa descobre uma nova fonte de energia, todas as que trabalham com fontes tradicionais correm riscos e o preço de suas ações tende a flutuar. Se uma guerra enfraquece um país e sua moeda é importante no sistema financeiro internacional, isso provocará mudanças de valores pelo mundo todo. Se a safra de grãos bate record, há que se esperar variações de preços e de lucros setoriais. E assim por diante.&lt;br /&gt;Um fator decisivo na variação da conjuntura é a política econômica. Sabendo que ela consiste no uso de recursos de poder (capacidade de fazer leis, autonomia para determinar ações, influência forte sobre decisões etc.) para interferir no rumo e no ritmo da atividade econômica, com impactos de curto prazo, entende-se que a estratégia governamental para juros, tributação, gastos públicos, câmbio etc. (que compõe essa política econômica) irão afetar de imediato as expectativas dos agentes econômicos de fora e de dentro do país. Portanto, uma das janelas que permite maior visibilidade acerca dos rumos das variáveis conjunturais é a que se abre a partir das decisões e ações do governo e de sua agências, especialmente os bancos centrais e ministérios de fazenda, que se responsabilizam, respectivamente, pela moeda e pelo controle do financiamento das ações dos governos (justamente os maiores devedores na maioria das economias nacionais).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-3501433187813663658?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/3501433187813663658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=3501433187813663658' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/3501433187813663658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/3501433187813663658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/07/seis-grandes-temas-para-melhor-aplicar.html' title='Seis grandes temas para melhor aplicar recursos 5'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-867659173621242631</id><published>2012-01-10T18:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T14:20:52.974-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Seis grandes temas para melhor aplicar recursos 4</title><content type='html'>Tema 4  – A institucionalidade dos mercados financeiros e de capitais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mercados financeiros e de capitais funcionam a partir de instituições específicas criadas para promover as trocas entre as unidades superavitárias e deficitárias de fundos e para diluir os riscos entre os agentes econômicos, oferecendo oportunidades de ganho para quem dispõe de poupança e oportunidades de consumo e investimento para quem não as teria se não recorresse a recursos de terceiros.&lt;br /&gt;As instituições desses mercados, em cada país, obedecem a normas e adotam regras de funcionamento determinadas de acordo com os desiguais desenvolvimentos históricos de suas economias e sociedades, embora as características básicas de bancos, bolsas de valores, corretoras, seguradoras etc. sejam universais.&lt;br /&gt;Para sair-se bem nos mercados financeiros e de capitais, os aplicadores devem saber quais são as instituições básicas que os compõem e entender as funções e os determinantes do bom desempenho delas esperado. É importante, por exemplo, saber que o papel da bolsa de valores é disponibilizar recursos para as empresas de modo distinto e mais barato do que o oferecido por meio de empréstimos e, ao mesmo tempo, assegurar liquidez aos papéis representativos de frações do capital dessas empresas, assim tornando viável volumes de investimentos muitas vezes impossíveis de serem bancados com recursos próprios de um ou poucos sócios. O papel e o modo de funcionamento dos bancos (comerciais e de investimentos), das corretoras de valores, das seguradoras, das bolsas de mercadorias e de futuros, das financeiras etc., bem como dos órgão reguladores, como o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários também precisam ser conhecidos, pelo menos em suas linhas gerais, para que se possa entender de que modo a institucionalidade interfere nas possibilidades de ganho oferecidas pelos diferentes tipos de papéis transacionados. &lt;br /&gt;As opções de aplicação financeira são, elas próprias, decorrentes da institucionalidade que organiza detentores e demandantes de fundos de um modo que diferencia os riscos, a liquidez e as taxas de retorno. Quando um aplicador deposita numa caderneta de poupança, está colocando seus recursos à disposição do setor da construção civil. Se, alternativamente, aplica num fundo de investimento, está destinando recuros para os diferentes segmentos que compõem este fundo. A indústria de fundos, aliás, é extremamente complexa, constituindo-se num canal privilegiado de relacionamento entre os diferentes tipos de aplicadores e os mais variados segmentos tomadores de recursos. Tudo sob estrita normatização e fiscalização de órgãos, publicos e privados, criados para garantir direitos e deveres, que devem estar em constante atualização.&lt;br /&gt;Embora o cipoal de entidades e empresas seja imenso e intrincado, o básico da institucionalidade dos mercados financeiros e de capitais gira em torno de três elementos: tomadores de recursos, num extremo; ofertantes de recursos, noutro extremo; e órgãos reguladores e fiscalizadores vigiando as estruturas e relações, mediante princípios e procedimentos em parte públicos, em parte privados. Um aplicador financeiro com possibilidades de sucesso se aprofunda o mais que pode para compreender essa realidade complexa e dinâmica, pois o conhecimento daí advindo é muito valioso, propiciando oportunidades de ganhos e assegurando a redução dos riscos.&lt;br /&gt;É no manejo abusivo das normas e instrumentos das instituições concretas dos mercados financeiros e de capitais que se promove o excesso de “criatividade” para “fazer pedal” com pouco dinheiro, ou seja, operar abundantemente com derivativos, vender dívidas “podres” etc., colocando em risco a funcionalidade de todo o sistema. É daí que provêm as recorrentes crises financeiras, algumas de grandes proporções. O oportunismo que dá origem a essas crises nem sempre é de natureza criminosa. O fato é que a regulação dos mercados financeiros e de capitais é algo que apresenta extrema dificuldade, uma vez que o dinheiro é arisco ao excesso de vigilância e controle.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-867659173621242631?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/867659173621242631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=867659173621242631' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/867659173621242631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/867659173621242631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/06/seis-grandes-temas-para-melhor-aplicar_22.html' title='Seis grandes temas para melhor aplicar recursos 4'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-4554290565205690124</id><published>2012-01-03T10:29:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T14:21:08.774-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Seis grandes temas para melhor aplicar recursos 3</title><content type='html'>Tema 3  – A lógica do dinheiro e as ferramentas para manejá-la&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dinheiro não pode ser guardado “debaixo do colchão”. Ele exige cuidados. Antes de tudo, precisa ser protegido contra a inflação, um fenômeno que corrói seu valor: uma cédula de dez reais continua “valendo” dez reais para sempre, mas se os preços em geral subirem (como sobem), ela comprará menos mercadorias no futuro do que no presente. Por isso, o dinheiro deve ser aplicado em algum ou alguns ativos que assegurem, minimamente, correção monetária, ou seja, crescimento proporcional ao aumento médio dos preços em geral.&lt;br /&gt;Mesmo que não haja inflação ou que seja assegurada a correção monetária, ainda assim o dinhheiro não pode ficar parado, pois desse modo estar-se-á perdendo a oportunidade de colocá-lo a serviço de terceiros, para proporcionar-lhes oportunidade de consumo ou de investimento. Esses terceiros pagam um “aluguel” pelo dinheiro (os juros), devolvendo-o em valor superior ao que receberam. Para isso terão que trabalhar (e ganhar salários) ou empreender (e ganhar lucros), repassando uma parte para quem lhes permitiu antecipar gastos, oferecendo-lhes empréstimo.&lt;br /&gt;Em resumo, o dinheiro cresce ou diminui ao longo do tempo. Se ficar parado, diminui, necessariamente. É preciso agir para evitar essa perda, investindo-o ou aplicando-o.&lt;br /&gt;A matemática financeira é a ferramenta que se utiliza para compreender e lidar com a lógica do valor do dinheiro no tempo, por meio de suas fórmulas e equações facilitadoras dos cálculos necessários. A Contabilidade, por sua vez, é o instrumento que ajuda a administrar os recursos – reais ou financeiros – de modo que os estoques de riqueza existentes (patrimônio) gerem fluxos adicionais (rendimentos ou resultados) que permitam a ampliação dos estoques e, consequentemente, o fluxo de despesas de seus possuidores.&lt;br /&gt;O dinheiro é um recurso escasso, que se distribui desigualmente entre os indivíduos. Assim, sempre existem pessoas com excesso e com falta de dinheiro, em relação às necessidades de gastos. Os mercados financeiros e de capitais se encarregam de fazer transferências entre quem tem e não precisa e quem não tem e precisa de dinheiro, com base em taxas de juros que variam de acordo com os riscos embutidos nessas transferências e com a escassez de dinheiro no mercado. O conhecimento dos mercados é necessário para alocar o dinheiro nos setores mais vantajosos.&lt;br /&gt;O dinheiro pode ter dois destinos básicos: consumo ou poupança. O consumo representa a destruição do dinheiro para o indivíduo, para satisfazer necessidades ou desejos imediatos. A poupança representa a preservação do dinheiro, reservando a capacidade de consumo para o futuro, em níveis mais elevados (acrescida dos juros) se forem feitas aplicações financeiras. A habilidade de compatibilizar consumo e poupança ao longo do tempo é o requisito fundamental para manter o dinheiro disponível sempre que ele for necessário, sem ter que recorrer a terceiros. Essa habilidade consiste em planejar receitas e despesas e saldos por meio de orçamentos e fluxos de caixa.&lt;br /&gt;O dinheiro não é a riqueza em si, pois esta é um conjunto de bens e serviços capazes de proporcionar prazer e evitar a dor. Mas o dinheiro é o que possibilita acesso e comando sobre esses bens e serviços. Esse acesso e esse comando aumentam quando se ganha juros e diminui quando se paga ou quando se fica exposto à inflação sem medidas corretivas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-4554290565205690124?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/4554290565205690124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=4554290565205690124' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/4554290565205690124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/4554290565205690124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/06/seis-grandes-temas-para-melhor-aplicar_16.html' title='Seis grandes temas para melhor aplicar recursos 3'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-4668865648960445538</id><published>2011-12-28T21:50:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T14:14:24.088-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Decálogo  do consumidor consciente 10</title><content type='html'>O consumidor consciente conhece os seus direitos e sabe se defender. &lt;br /&gt;As relações de consumo são, atualmente, reguladas por normas que têm por objetivo defender os compradores contra possíveis fraudes, oportunismos e desrespeitos eventualmente praticados pelos produtores e fornecedores. Há duas premissas fundamentais nessas normas: a primeira é a de que o consumo deve ser o objetivo da produção e da distribuição (produz-se para atender necessidades), devendo sua qualidade ser defendida contra a lógica do lucro que norteia a ação dos produtores e fornecedores, muitas vezes se sobrepondo a tudo o mais; segundo, considera-se o consumidor (pessoa física ou jurídica ou, ainda coletividade, que utiliza produto ou serviço como destinatário final) o elo fraco da relação comprador-vendedor, já que este último tem mais conhecimento do que vende do que o outro que compra (assimetria de informações).&lt;br /&gt;Assim, o produtor e o distribuidor devem zelar pela qualidade dos ingredientes ou componentes das mercadorias que oferecem, assim como pelo armazenamento adequado, pela entrega e montagem conforme prometido, pela documentação da transação, pela garantia de qualidade e durabilidade, pela ausência de riscos etc. Devem estar preparados para trocas, recalls e reparos dentro de prazos legalmente estabelecidos. E estão proibidos de fazer uso de propaganda enganosa (prometer o que não pode ser cumprido).&lt;br /&gt;Não basta a existência das normas para que os direitos dos consumidores sejam respeitados. É necessário que eles conheçam-nas e exijam sua aplicação. Para fazer valer o que a lei estabelece, o consumidor deve tomar certos cuidados no ato da compra: verificar o objeto da transação com cuidado para constatar sua integridade; recolher informações para certificar-se de que trata-se do que necessita; ler informações de rótulos, manuais e contratos; pagar conforme o pactuado. Previamente à compra também são possíves algumas precauções, como verificar antecedentes do fornecedor; obter informações sobre o objeto a ser adquirido, com quem já possui igual; pesquisar produtos similares e seus respectivos preços; informar-se sobre restrições de uso etc.&lt;br /&gt;Nas tentativas de exigir correções ou ressarcimentos, o consumidor deve iniciar suas reclamações junto ao fornecedor (dentro do prazo previsto na lei). Em seguida, procurar o produtor. Fracassando nas tentativas amigáveis, deve procurar os órgãos de defesa do consumidor e, se necessário, o judiciário, em varas especializadas, se existirem. Nos casos de bens e serviços regulados (telefonia e energia elétrica, por exemplo), deve-se, antes de recorrer ao judiciário, procura a mediação da respectiva agência reguladora. Além disso, o consumidor pode recorrer a denúncias em órgãos de imprensa e congêneres, sempre tomando o cuidado de documentar-se para provar suas afirmações e sempre evitando o denuncismo, que termina desvalorizando as denúncias autênticas e válidas, assim como os órgãos que as acolhem.&lt;br /&gt;Existem alguns tipos de produtos e serviços que dão maior margem a problemas (são mais sensíveis, mais complexos, de difícil manutenção ou troca etc.). Assim como algumas empresas conhecidas por seu pouco cuidado na relação com os clientes. Nesses casos, o cuidado ao fazer compras e assinar contratos deve ser redobrado.&lt;br /&gt;No Brasil existe um Código de Defesa do Consumidor (Lei Federal 8.078, de 11 de setembro de 1990), que pode ser consultado em http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/L8078.htm . Vale a pena ler na íntegra, pois é muito esclarecedor e útil para o quotidiano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-4668865648960445538?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/4668865648960445538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=4668865648960445538' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/4668865648960445538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/4668865648960445538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/05/decalogo-do-consumidor-consciente-10.html' title='Decálogo  do consumidor consciente 10'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-5323758931370020587</id><published>2011-12-27T14:04:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T14:21:21.563-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Seis grandes temas para melhor aplicar recursos 2</title><content type='html'>Tema 2  – Os objetivos pessoais a serem perseguidos com os recursos disponíveis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dinheiro é um meio utilizado para se atingir objetivos e finalidades externos a ele. Os objetivos e finalidades podem ser de curto, médio ou longo prazo. Assim, a aplicação financeira mais conveniente para o dinheiro disponível (que não precisa ser imediatamente gasto) é aquela cujo perfil melhor atende aos objetivos e finalidades que presidem a decisão de fazê-la. &lt;br /&gt;Antes de optar por qualquer modalidade de aplicação financeira, portanto, é necessário a) ter clareza do motivo ou dos motivos que levam a aplicar o dinheiro (colocando-o para render, ao invés de gastá-lo)  e b) ter certeza de que o dinheiro está sendo aplicado no ativo (físico ou financeiro) mais vantajoso para o tempo em que ficará indisponível. &lt;br /&gt;As finalidades para adquirir um título financeiro que ofereça bons rendimentos, durante um prazo pré-definido, são muitas, mas algumas são mais comuns, como, por exemplo: adquirir um eletrodoméstico, fazer uma viagem, comprar um carro, construir uma casa, aposentar com certa idade com renda mínima pré-estabelecida, ter uma poupança para imprevistos.&lt;br /&gt;Para atingir objetivos de curto prazo (até um ano, por exemplo) não se deve fazer aplicações financeiras em mercados sujeitos a alta volatilidade, como bolsas de valores e bolsas de mercadorias, pois corre-se o risco de perder dinheiro, ao invés de ganhar, no momento em que a retirada tiver que ser, forçosamente, feita. Pode acontecer, por exemplo, um grande ganho nos seis primeiros meses, seguido de perdas muito maiores nos seis meses seguintes. O que vale, neste tipo de mercado, é o último movimento até a data da retirada. Os ganhos não são cumulativos. Assim, no dia de retomar o dinheiro economizado ao longo de um ano para fazer a viagem de férias, pode-se constatar que ele não será suficiente para cobrir os gastos previstos, pois o valor ficou menor do que a soma do que foi aplicada mês a mês. &lt;br /&gt;Por outro lado, para atingir objetivos de longo prazo é melhor fazer aplicações com previsão de retorno superior, embora correndo riscos maiores e enfrentando períodos de volatilidade. Um jovem de 20 anos que queira aposentar-se aos 55 pode optar por uma cesta de ações de empresas boas pagadoras de dividendos e fincar pé nessa posição por muito tempo, esquecendo-se do sobe e desce do mercado. Quando for fazer a retirada, notará que o rendimento médio mensal foi superior ao de outras modalidades de aplicação financeira, pois essa é a tendência de longo prazo do mercado acionário. Não se deve esquecer, entretanto, que a vigilância é necessária ao longo do tempo, pois tendência é tendência, e não certeza: o mundo não é imutável, nem o mercado ou as instituições. Essa vigilância deve aumentar na media em que diminui o tempo entre o início das aplicações e o ano da chegada da aposentadoria.&lt;br /&gt;Alguém que seja jovem ou esteja na meia idade e que disponha de uma poupança de que não precisará lançar mão nos próximos dois ou três anos, que possa eventualmente perder uma parte dela sem enfrentar apertos muito sérios e que, adicionalmente, tenha um mínimo de conhecimento do mercado de ações e de análise gráfica (um método para gerir portfólios de ações), poderá envolver-se com ações para compra e venda no curto prazo, visando comprar na baixa e vender na alta, multiplicando rapidamente sua riqueza, mas correndo o risco de dizimá-la, em contrapartida.&lt;br /&gt;Aplicações financeiras de curto prazo e com rendimento seguro, embora baixo, servem para evitar perdas inflacionárias e obter pequenos ganhos sobre recursos disponíveis, mas já comprometidos com pagamentos a serem feitos em datas próximas. Quando se sabe exatamente a data da saída do recurso, deve-se preferir aplicações com prazos fixos (30, 60, 90 ou mais dias), que tendem a pagar mais para compensar a certeza de que não haverá retirada, geralmente punida com perda total dos rendimentos. &lt;br /&gt;Os exemplos e situações aqui apresentados não esgotam as situações previsíveis, nem especificam em exaustão as possibilidades, pois o que se pretende é apenas chamar a atenção para a necessária adequação entre objetivos, prazos e rendimentos de uma aplicação financeira. Os objetivos devem ser definidos pelo detentor do dinheiro a ser aplicado, as opções de aplicação, com seus prazos, rendimentos e condições devem ser pesquisados no mercado financeiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-5323758931370020587?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/5323758931370020587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=5323758931370020587' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/5323758931370020587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/5323758931370020587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/06/seis-grandes-temas-para-melhor-aplicar.html' title='Seis grandes temas para melhor aplicar recursos 2'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-7376323253275303036</id><published>2011-12-20T21:36:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T14:21:36.722-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Seis grandes temas para melhor aplicar recursos 1</title><content type='html'>Tema 1 – A condição inicial do investidor/aplicador financeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As decisões de investir ou aplicar recursos se dá a partir de uma condição inicial, que se deseja melhorar. Para que essas decisões sejam acertadas e com potencial de sucesso, devem ser considerados três aspectos fundamentais: o volume financeiro de recursos disponíveis e sua alocação entre diferentes ativos, a idade do proprietário desses recursos e sua capacidade e disponibilidade para gerir por si mesmo seu patrimônio.&lt;br /&gt;Se o volume de recursos disponível é baixo, as opções para aplicá-los são em menor número e menos rentáveis. Além disso, o cuidado para evitar perdas deve ser maior, uma vez que estar-se-á perdendo o pouco que se poupou. Se, pelo contrário, as disponibilidades são médias ou altas, existem muitas modalidades de aplicação para alocá-las, devendo-se, geralmente, fazer uso de estratégias de diversificação. &lt;br /&gt;Quando os recursos se encontram em estado de liquidez perfeita, ou seja, estão em espécie, em dinheiro, basta distribuí-los de acordo com as preferências entre as diversas modalidades de investimento/aplicação, conforme o desejo ou a possibilidade de mantê-los menos ou mais líquidos e as avaliações de retorno. Existem papéis (ativos financeiros) que não exigem prazos mínimos para resgate, papéis que exigem permanência por certos períodos de tempo (curtos, médios ou longos), papéis que demandam movimentação de acordo com a avaliação que se faz das perspectivas diárias de ganhos (ações para especular, por exemplo) e ativos reais (fazendas, casas, terrenos, automóveis etc.). No caso de esses recursos estarem já aplicados, essa condição inicial exige avaliação da conveniência ou não de mudança, levando-se em conta o tempo em que poderão permanecer aplicados, as expectativas de rendimento, os riscos, as taxas de carregamento, as taxas de administração e a tributação.&lt;br /&gt;A idade do proprietário dos ativos é um quesito óbvio a considerar nas decisões sobre aplicações financeiras, na medida em que os mais jovens têm mais tempo para recuperar eventuais perdas e podem usufruir do efeito dos juros compostos (juros sobre juros) para acumular montantes elevados a partir de aplicações iniciais e/ou regulares de menor vulto. O cuidado para não perder deve levar os mais velhos a conter o apetite para o risco, mantendo “boca de sapo” ao invés de “boca de jacaré”, já que precisarão mais rápido dos recursos para complementar os ganhos declinantes da fase da aposentadoria. Exceção feita, é claro, àqueles poucos que não precisam se preocupar com isso por conta de suas fortunas pessoais.&lt;br /&gt;Por último, mas muito importante, o investidor/aplicador financeiro deve levar em conta a condição que tem para tomar conta das suas “galinhas de ovos de ouro”. É preciso dispor de tempo e habilidade para não matá-las ou aleijá-las, ou, ainda, para não desperdiçar ovos. Tempo sem habilidade não basta, nem habilidade sem tempo. Se o volume de recursos é pequeno, pouca habilidade e pouco tempo são suficientes. Mas se é grande, é preciso considerar a possibilidade de uma gestão profissional, oferecida por departamentos especializados dos bancos ou por profissionais do ramo, mediante o pagamento de taxas (de administração e/ou performance) ou de honorários. Uma coisa é cuidar de uma galinha, outra é zelar de todo um galinheiro...&lt;br /&gt;Habilidade e tempo são necessários também para pequenos volumes de aplicação quando se deseja participar de mercados de risco, visando acumular rapidamente. Esses são mercados em que só profissionais dedicados vencem (quando vencem!). Nesses casos – pequenos volumes e disposição para correr riscos elevados – o aconselhável é a participação em fundos, geridos por profissionais ou equipes conhecedores das lógicas, regras e informações especializadas, que se alteram diariamente, quando não a cada hora. A não ser que ser queira mesmo arriscar e derramar adrenalina e, de vez em quando, dinheiro nas mãos dos outros.&lt;br /&gt;Note-se que expectativa de vida, tempo útil e habilidade aparecem nessa análise como verdadeiros recursos, pois de fato são. E como tal, devem ser bem aplicados. Não deve um profissional liberal com elevado potencial de ganhos com sua atividade imaginar a possibilidade de ganhar no mercado financeiro tanto e tão seguramente como no mercado a que se aplica a sua formação (na qual, diga-se, investiu muito no passado). Enquanto tiver condições de atuar, deve fazê-lo, para seu bem e da comunidade. A não ser em casos patológicos ou muito excepcionais.&lt;br /&gt;Sinteticamente, as questões relevantes a respeito da condição inicial do investidor/aplicador são as seguintes: 1. quanto tenho para investir/aplicar e em que estado de liquidez se encontram esses recursos? 2. por quanto tempo posso viver sem necessitar desses recursos, deixando-os investidos/aplicados? 3. quanto risco posso/quero correr? 4. quanto tempo tenho antes de me aposentar e passar a depender desses recursos? 5. quanto tempo na semana tenho para gerir os investimentos/aplicações? 6. tenho habilidades suficientes para lidar com as modalidades de investimento/aplicação em que estou me envolvendo?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-7376323253275303036?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/7376323253275303036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=7376323253275303036' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7376323253275303036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7376323253275303036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/06/seis-grades-temas-para-aplicar-recursos.html' title='Seis grandes temas para melhor aplicar recursos 1'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-7747842095910943401</id><published>2011-12-13T19:23:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T14:22:12.104-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Seis grandes temas para melhor aplicar recursos</title><content type='html'>Há poucos anos atrás o Brasil era o paraíso do retorno fácil com aplicações financeiras. As taxas de juros eram muito altas e o mercado apresentava um baixo grau de diversificação e sofisticação. O dinheiro era tão escasso que qualquer zé-mané com meia dúzia de notas poderia multiplicá-las por meio de agiotagem amadora, tão baixa era a liquidez da economia e as dificuldades para se obter crédito. Esse cenário mudou radicalmente, fazendo com que até mesmo grandes instituições financeiras tenham que se modernizar e competir por clientes, inovando e melhorando relacionamento. É por isso que atualmente observa-se uma profusão de livros, revistas, programas de rádio e televisão, sites e home pages que se propõem a ajudar o potencial investidor/aplicador financeiro a tomar decisões corretas e seguras. Alguns autores vão longe demais, anunciando-se como capazes de mostrar o caminho do enriquecimento rápido!&lt;br /&gt;Sem recorrer a exageros e ilusões, e fazendo uso de uma linguagem relativamente simples, é possível fornecer pistas gerais bastante claras para quem deseja compreender melhor o mundo das aplicações financeiras. É o que se tentará fazer nesta coluna a partir deste artigo, sem a pretensão de esgotar o assunto, mas com a clara intenção de oferecer uma visão de conjunto que não se encontra nos numerosos livros recentemente publicados para satisfazer a demanda crescente por maior cultura financeira.&lt;br /&gt;Há seis grandes grupos de temas que o investidor/aplicador financeiro precisa conhecer para agir com prudência nos mercados financeiros e de capitais. Eles serão apresentados a seguir e aprofundados, na seqüência, nos próximos artigos.&lt;br /&gt;1. A condição inicial do investidor/aplicador financeiro. Antes de tudo é preciso conhecer as disponibilidades de recursos aplicáveis em seus estados atuais e futuros de liquidez. Depois, a condição (tempo e capacitação) em que o investidor/aplicador financeiro se encontra para gerir seus recursos. Também a fase da vida em que o investidor/aplicador financeiro se encontra deve ser bem avaliada.&lt;br /&gt;2. Os objetivos pessoais a serem perseguidos com os recursos disponíveis. Dinheiro é meio, assim como todo tipo de riqueza. Assim, quem o detém precisa saber o que deseja com ele e quando, para, em seguida, detectar canais e formas de preservá-lo e multiplicá-lo ao longo do tempo. &lt;br /&gt;3. A lógica do dinheiro e as ferramentas para manejá-la. O investidor/aplicador financeiro precisa ter uma noção mínima de administração financeira, senão para ser o próprio gestor dos seus recursos, pelo menos pra não se deixar ludibriar por terceiros. Existem vários tópicos que compõem esse conhecimento mínimo, que vão da compreensão da variação do valor do dinheiro no tempo à teoria das expectativas, passando pela matemática financeira.&lt;br /&gt;4. A institucionalidade dos mercados financeiros e de capitais.  As bases concretas dos mercados são instituições, cada qual cumprindo diferentes papéis, respeitando regras e normas que têm por finalidade garantir as relações pacíficas e de cooperação entre os agentes econômicos. Sem conhecê-las e entender porque existem, o investidor/aplicador financeira age com chances de reduzidas de sucesso.&lt;br /&gt;5. A conjuntura econômica. Os mercados financeiros e de capitais reagem instantaneamente a mudanças nas variáveis econômicas de curto prazo, que configuram o que se chama de conjuntura econômica. Quais são essas variáveis, o que as determinam, como se articulam entre si? Sem saber isso a probabilidade de perder dinheiro no mercado financeiro é muito alta, mesmo deixando os recursos nas mãos de especialistas.&lt;br /&gt;6. Estratégias de investimento/aplicação financeira. Embora não possam, de forma alguma, garantir ganhos sempre, nem assegurar os níveis mais elevados de retorno, as estratégias de gestão dos recursos financeiros são absolutamente necessárias para obter uma performance razoável. Sem elas, tudo depende de sorte e azar, que, no mundo do dinheiro, costuma resultar em desastres.&lt;br /&gt;É evidente que esses grandes temas não podem ser explorados profundamente numa coluna de jornal, mas eles podem, sim, ser apresentados de forma panorâmica e compreensível. E isso, em si, tem grande valor para quem está querendo organizar melhor a volumosa quantidade de informações desarticuladas que lhe chega a respeito das oportunidades de ganho financeiro hoje existentes no país, apesar do fim do tempo das vacas super-gordas que uns poucos puderam aproveitar no passado recente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-7747842095910943401?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/7747842095910943401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=7747842095910943401' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7747842095910943401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7747842095910943401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/05/seis-grandes-temas-para-melhor-aplicar.html' title='Seis grandes temas para melhor aplicar recursos'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-352343509969180961</id><published>2011-11-20T20:16:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T14:12:16.149-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Administração do 13o. salário</title><content type='html'>O 13o. salário é um direito trabalhista que corresponde a um salário mensal do trabalhador formalmente contratado, devendo a primeira metade ser paga até 30 de novembro e a segunda até 20 de dezembro de cada ano. A primeira metade pode também ser paga no mês da ocorrência das férias do trabalhador, desde que esta faça a solicitação formalmente (por escrito), ao empregador, até o final do mês de janeiro.&lt;br /&gt;O melhor momento para receber é o quanto antes possível (dinheiro na mão é melhor que dinheiro a receber), uma vez que se for gasto, comprará mais (evitando inflação futura); se for usado para pagar dívida, evitará juros futuros; se for aplicado no mercado financeiro, renderá por mais tempo. O inconveniente da antecipação do recebimento, entretanto, é não ter o reforço de caixa tão oportuno no período de compras de fim-de-ano e de concentração de despesas (tributárias e escolares) nos primeiros meses do ano seguinte.&lt;br /&gt;Quando se aproximam as datas em que ocorre o maior volume de pagamentos do 13o. (30 de novembro e 20 de dezembro) os estabelecimentos comerciais começam a disputar esses recursos com anúncios publicitários; as casas de crédito o fazem antes, oferecendo empréstimos a que denominam “antecipação do 13o.”. Quem puder e resistir deve fugir a ambas as tentações.&lt;br /&gt;A melhor política para administrar o 13o. é a que mais se aproxime da regra do 1/3 (um terço ou um por três). Ela consiste no seguinte procedimento: dividir o valor líquido (descontados o INSS e o imposto de renda) do 13o. salário por três; utilizar 1/3 para pagar eventuais dívidas (resolver o passado), reservar 1/3 para as despesas extras do primeiro trimestre do ano seguinte (prevenir-se em relação ao futuro), e por fim “torrar”o 1/3 restante sem constrangimentos ou dores de consciência (usufruir o presente aliviando as frustrações  e tensões acumuladas por tanta contenção de despesas ao longo do ano).&lt;br /&gt;Se não houver dívidas, sorte: a regra passa ser a do meio a meio (50% para gastar no primeiro trimestre com despesas obrigatórias e 50% para “moer” já).&lt;br /&gt;Quanto maior o salário, mais fácil aplicar a regra do 1/3 ou do meio a meio, desde que se trate de uma pessoa com bom equilíbrio emocional, conhecimento de finanças pessoais e resistência aos apelos ultraconsumistas. Salários menores tendem a dificultar a aplicação das regras, por coincidirem com maior grau de endividamento, que exigem mais do que 1/3 ou metade do 13o. para ser sanado. Ainda assim, vale a pena tentar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-352343509969180961?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/352343509969180961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=352343509969180961' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/352343509969180961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/352343509969180961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/11/administrao-do-13o-salrio.html' title='Administração do 13o. salário'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-6805477431659473878</id><published>2011-11-14T20:49:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T14:15:15.369-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Decálogo do consumidor consciente 9</title><content type='html'>O consumidor consciente zela pelo seu patrimônio, sabendo que os bens e direitos de sua propriedade representam, em parte, sua poupança (ações, apólices, aplicações financeiras diversas etc.) e, em parte, itens de consumo durável (imóveis, veículos, móveis, eletrodomésticos etc.). &lt;br /&gt;Os bens materiais, cujo consumo ocorre por meio da depreciação ao longo do tempo, são objeto de reformas e manutenção preventiva, o que lhes prolonga a vida útil. Finda esta, reservas financeiras estão disponíveis para a pronta reposição, se necessária e desejada. Exemplo: o uso do automóvel é cuidadoso, a manutenção periódica é sempre feita; assim, dura o tempo suficiente para que seja acumulada a poupança necessária para a troca.&lt;br /&gt;Os bens materiais de maior valor e sujeitos a riscos significativos são segurados, porque no caso de sinistro a reposição é assegurada sem maiores dificuldades.&lt;br /&gt;Quanto aos bens financeiros, são administrados de modo a proporcionar rendimentos que combinam risco e taxa de juros na proporção adequada para elevar ganhos, mas sem pôr tudo a perder diante das incertezas do mercado.&lt;br /&gt;A composição patrimonial do consumidor consciente é calculada de acordo com o seu perfil: se, por exemplo, dá muito valor a ter casa própria, evita o aluguel (mesmo que esse por vezes seja mais racional economicamente), imobilizando parte da sua riqueza, que poderia ser aplicada para receber rendimentos financeiros que seriam suficientes para cobrir o valor do aluguel e deixar um resíduo significativo; se, pelo contrário, aprecia o risco em busca de ganhos maiores, pode pagar aluguel e usar os recursos que seriam comprometidos na casa própria para apostar no mercado financeiro e de capitais. Imobilizar ou movimentar são opções que definem a composição do patrimônio com diferentes resultados. O consumidor consciente sabe disso e sabe fazer suas escolhas. E, acima de tudo, constantemente movimenta-se na direção da ampliação de seu patrimônio. Sem, porém, fazer disso obsessão que comprometa a qualidade do consumo corrente.&lt;br /&gt;De tempos em tempos, o consumidor consciente promove reorganização patrimonial, vendendo alguns bens (menos necessários) e desfazendo-se de ativos financeiros (menos rentáveis), para adquirir outros, mais vantajosos. Isso significa que constantemente avalia seu  patrimônio, não só quantitativamente, mas também qualitativamente, tomando as iniciativas necessárias para otimizar seus recursos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-6805477431659473878?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/6805477431659473878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=6805477431659473878' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/6805477431659473878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/6805477431659473878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/05/decalogo-do-consumidor-consciente-9.html' title='Decálogo do consumidor consciente 9'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-3270200868539533937</id><published>2011-10-17T07:05:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T14:15:42.342-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Decálogo do consumidor consciente 8</title><content type='html'>Orçamento equilibrado é uma meta permanente do consumidor consciente, implicando um certo nível de poupança, pois o orçamento equilibrado não é aquele em que a despesa é igual à receita, mas sim o que tem a receita pelo menos um pouco superior à despesa. Quando a receita é suficiente apenas para cobrir a despesa, qualquer gasto extra – às vezes imprevisto e inevitável – gera dificuldades. A poupança, a ser alimentada mensalmente, mesmo que com pequenos percentuais da renda, são a segurança e a válvula de escape contras gastos adversos (com saúde ou consertos, por exemplo).&lt;br /&gt;A formação de uma poupança é uma estratégia financeira que se relaciona diretamente com os hábitos de consumo, pois poupar é exatamente o contrário de consumir. Enquanto o consumo destrói, a poupança preserva. &lt;br /&gt;Vista de outro ângulo, a poupança é o consumo futuro: o que não for usufruído hoje, com os recursos que estavam disponíveis, poderá ser usufruído no futuro. A poupança, assim, não significa apenas guardar dinheiro, uma vez que simplesmente comer moderadamente e sem desperdício ou fazer trajetos mais inteligentes com o automóvel, por exemplo, representam poupança: haverá mais alimentos na despensa para amanhã, assim como  mais combustível no tanque para outras locomoções.&lt;br /&gt;Outro aspecto da poupança – de dinheiro, neste caso – é que pode ser aplicada no mercado financeiro e render juros. Com isso, o sacrifício de não consumir hoje é compensado com possibilidades de maior e/ou melhor consumo amanhã. O consumidor consciente maneja a seu favor esta natureza intertemporal da dupla poupança-consumo.&lt;br /&gt;O consumidor está em melhor posição quando seu poder de compra é elevado e/ou crescente. A poupança ajuda a manter este poder de compra numa média superior à assegurada pela renda corrente, o que proporciona um conforto que tem valor em si, pela segurança que representa. Além disso, a possibilidade de comprar à vista itens de maior valor, também ampliada pela disponibilidade de poupança, oferece a vantagem de negociar preços.&lt;br /&gt;Conclui-se que o consumidor que não poupa não pode ser considerado consciente, a não ser que o motivo para gastar tudo o que ganha se deva ao fato de ganhar muito pouco. Neste caso ele não é um consumidor equivocado, mas restringido, condição que não cabe discutir num decálogo do consumidor consciente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-3270200868539533937?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/3270200868539533937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=3270200868539533937' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/3270200868539533937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/3270200868539533937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/05/decalogo-do-consumidor-consciente-8.html' title='Decálogo do consumidor consciente 8'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-2847101843056561486</id><published>2011-09-12T19:50:00.000-03:00</published><updated>2012-01-27T14:15:59.472-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Decálogo do consumidor consciente 7</title><content type='html'>O consumidor consciente não está a salvo dos apelos da propaganda – afinal, ela tem seus ardis e seus artífices sabem driblar as barreiras do consciente, atacando a partir de flancos desguarnecidos ou mal defendidos. Mas o consumidor consciente opera a partir de um patamar superior de discernimento, identificando com relativa facilidade o lixo e a apelação.&lt;br /&gt;A arma do consumidor consciente é sua capacidade de perguntar, para si mesmo: por que esta compra me dará o que esta propaganda está me prometendo? Por exemplo: de que modo concreto o “Sabão Lava Mais” melhora o meu casamento? Como o carro “Roda Bem” fará de mim um ser mais inteligente ou poderoso? Como os vestidos “Bela Dama” podem me dispensar dos serviços de Ivo Pitanguy ou das preces a Santo Antonio?&lt;br /&gt;O consumidor consciente tem suas próprias metas e valores, portos seguros contra o vai-e-vém das marés e ondas de influência pró-consumo. Se às vezes se afasta deles, é para logo voltar. Se não sonhasse, não seria gente – não valeria a pena. Mas sonho manipulado por vendedores afoitos e interesseiros? Que pobreza de espírito!&lt;br /&gt;Nenhuma mercadoria em si traz felicidade eterna, afasta definitivamente os dissabores da vida, proporciona amor para sempre ou faz alguém rico do dia para a noite. Do mesmo modo como não existe elixir da longa vida, pedra filosofal, moto-contínuo ou panacéia...&lt;br /&gt;Depurada de seus apelos emocionais sub-reptícios, a propaganda é útil para o consumidor consciente, pois ela oferece informações sobre a existência e características dos produtos, a serem verificadas e analisadas posteriormente, de forma mais detalhada. Certos tipos de propaganda servem também para flagrar os ofertantes inescrupulosos e oportunistas, na medida em que são visivelmente manipuladoras ou enganosas.&lt;br /&gt;Desde o segundo pós-guerra cresceram a publicidade e a propaganda, juntamente com os oligopólios (poucas firmas dominando o mercado) e o acirramento da competição entre eles. O final do século XX deu início à tendência inversa, de consumidores mais atentos e exigentes. Talvez essa tendência se consolide ao longo do século XXI. Enquanto isso, salve-se quem puder!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-2847101843056561486?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/2847101843056561486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=2847101843056561486' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/2847101843056561486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/2847101843056561486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/04/decalogo-do-consumidor-consciente-7.html' title='Decálogo do consumidor consciente 7'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-7090708259987225285</id><published>2011-08-09T20:09:00.000-03:00</published><updated>2012-01-27T14:16:15.558-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Decálogo do consumidor consciente 6</title><content type='html'>O consumidor consciente paga o melhor preço e se financia da melhor maneira possível. Pagar o melhor preço não significa comprar o mais barato, mas realizar a compra que oferece a melhor relação custo-benefício, ou seja, aquela em que a satisfação obtida supera o sacrifício do pagamento. Entre comprar algo que custe 100 e dure 8 meses, ou algo que custe 50 (metade do preço) e dure dois meses (um quarto do tempo), é melhor comprar o mais caro, se as condições financeiras permitirem. Isso quer dizer que o consumidor consciente nunca está à procura do mais barato, mas sim do mais vantajoso, a não ser que não lhe seja acessível. Se esquecer disso, arcará com prejuízos, mesmo que pesquise muito.&lt;br /&gt;Quanto ao financiamento, em geral o melhor é o de fonte própria – adquirir sem tomar emprestado. Se necessário, o consumidor consciente poupa, até acumular o valor da compra à vista. Assim evita pagar juros. Como isso nem sempre é possível, a segunda melhor forma de financiamento (com terceiros) é a que envolve o menor comprometimento possível da renda futura (poucas prestações) e a taxa de juros mais baixa. Essa taxa e esse tempo são, afinal, os responsáveis pela elevação do custo do bem adquirido com financiamento.&lt;br /&gt;Em todos os casos, cálculos específicos serão sempre necessários para se tomar uma decisão. Só para exemplificar: retome-se o caso anterior de duas mercadorias, uma com preço 100 e outra com preço 50. Já se afirmou que quando se considera a durabilidade quatro vezes superior da mais cara em relação à mais barata, é melhor optar por ela. Mas e se o consumidor tiver apenas os 50? Compensará para ele pagar, por exemplo, 5 de juros sobre os 50 que tomar emprestado, adquirindo por 105 uma mercadoria que dura quatro vezes o que dura a outra de preço 50.&lt;br /&gt;Em síntese, ele terá comprado o mais caro, fazendo uso da pior forma de financiamento (usando recursos de terceiros e pagando juros). Inicialmente parece o cúmulo das desvantagens. Mas os cálculos levando em conta a durabilidade revelam que isso não é verdade. O consumidor, na verdade, recorreu ao crediário para ter acesso a uma genuína vantagem, que não estava acessível ao seu orçamento. Apesar de ter sua vantagem reduzida pelo pagamento de juros, ela continuou a existir, sendo signficativa.&lt;br /&gt;O consumidor consciente segue princípios (comprar barato, evitar juros), mas não é dogmático, pois se fosse será vitimado por muitas armadilhas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-7090708259987225285?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/7090708259987225285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=7090708259987225285' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7090708259987225285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7090708259987225285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/04/decalogo-do-consumidor-consciente-6.html' title='Decálogo do consumidor consciente 6'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-3170819731437163852</id><published>2011-07-27T18:54:00.000-03:00</published><updated>2012-01-27T14:16:43.649-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Decálogo do consumidor consciente 5</title><content type='html'>O consumidor consciente escolhe bem os seus fornecedores, pois sabe que esta escolha é crucial para sua satisfação. Geralmente este tipo de consumidor dispõe de uma rede de fornecedores que o atende satisfatoriamente ao longo de muito tempo, graças a uma relação respeitosa e de mútuo interesse, exceto nos casos de compras esporádicas, sempre feitas após muita pesquisa, se o valor envolvido é elevado.&lt;br /&gt;Um certo grau de fidelidade é sempre conveniente, assegurando melhor atendimento, menores preços e às vezes as duas coisas. A regularidade da relação permite ao fornecedor conhecer os hábitos, gostos e preferências do cliente (se for suficientemente atento): “O que vai hoje? O de sempre?”&lt;br /&gt;Quando se fala numa rede de fornecedores pensa-se em algo como uma lista, em que constam os melhores para cada tipo de necessidade: supermercado, padaria, açougue, quitanda, posto de combustível, papelaria, loja de roupas, loja de calçados, agência de viagem, mecânico e auto-elétrica, lava-jato, pet-shop, farmácia, veterinário, médico, dentista, costureira, pedreiro, pintor de parede, encanador, marceneiro, chaveiro, restaurantes, jardineiro etc.&lt;br /&gt;Além dessa lista básica, com endereços e telefones, o consumidor organizado mantém à mão cartões de hotéis que utilizou e gostou, empresas de transporte pessoal e de mudanças, construtoras, auto-guincho, táxis, ópticas, lojas de veículos, eletrodomésticos, presentes, joalherias etc.&lt;br /&gt;Devido ao hábito de pesquisar preços e verificar qualidade, a fidelidade do consumidor consciente está sempre disponível para migrar, pois ele sabe que a relação precisa ser permanentemente alimentada com zelo de ambos os lados. As marcas, por exemplo, precisam sustentar sua fama com ingredientes que vão além da propaganda, do auto-elogio.&lt;br /&gt;O consumidor consciente também é um experimentador, sempre à procura de mais comodidade (por isso já está comprando pela internet), rapidez, preço baixo. É, ainda, um contestador: faz tudo que pode para fugir do alcance de monopolistas e oligopolistas, que abusam de sua posição de dominadores da oferta para exagerar nos preços.&lt;br /&gt;Nenhum consumidor pode ter o melhor em todos os quesitos. Por isso, o consumidor consciente é capaz de priorizar, de acordo com seus valores, os itens para os quais não abre mão da qualidade e os outros em que prefere menores preços. Por exemplo: não admite alimentação de qualidade duvidosa, mas é menos rigoroso na papelaria.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-3170819731437163852?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/3170819731437163852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=3170819731437163852' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/3170819731437163852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/3170819731437163852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/04/decalogo-do-consumidor-consciente-5.html' title='Decálogo do consumidor consciente 5'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-2379934986967955524</id><published>2011-06-12T12:55:00.000-03:00</published><updated>2012-01-27T14:16:56.827-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Decálogo do consumidor consciente 4</title><content type='html'>O consumidor consciente conhece as conseqüências do seu consumo. Para ele os atos de alimentar-se e vestir-se, por exemplo, vão além de saciar a fome e aquecer contra o frio, respectivamente. Todo consumo tem efeitos secundários e colaterais. Os efeitos secundários complementam o efeito primário positivo do consumo: a alimentação nutre (efeito primário), mas também pode propiciar o prazer da degustação (efeito secundário); por outro lado, a alimentação descontrolada pode gerar a obesidade e as doenças a ela associadas (efeito colateral).&lt;br /&gt;O consumo de um indivíduo afeta o de outros. Primeiro, devido à escassez: o que um consome não poderá ser consumido por outro (exceto em alguns casos de bens de consumo indivisível até certo ponto – como uma aula ou espetáculo, por exemplo). Segundo, por que alguns impactos do consumo individual se espraiam para terceiros: fumar incomoda os que estiverem próximo (externalidade negativa); a imunização contra doenças contagiosas protege não só o vacinado, mas também os que com ele convivem (externalidade positiva). Terceiro: muitos tipos de consumo têm impacto ambiental, gerando resíduos e distúrbios, afetando assim a disponibilidade e a qualidade de bens livres fundamentais (ar, água, silêncio). Por último, o consumo de certos bens e mercadorias ampara ou amplia injustiças, por serem originado em relações de produção de padrão não-aceitável: trabalho escravo, trabalho infantil, trabalho insalubre.&lt;br /&gt;O indivíduo consciente das conseqüências de seu nível e padrão de consumo vai além da percepção desses efeitos, atuando para maximizar os positivos e minimizar os negativos. Em defesa da própria saúde não adquire mercadorias produzidas ou comercializadas sem os devidos cuidados quanto à composição, manipulação, armazenamento e transporte. Por razões econômicas, limita as quantidades para evitar desperdício. Por prezar a boa educação e a convivência cordial, procura amenizar os malefícios que suas opções de consumo acarretam sobre terceiros. Para preservar o meio ambiente, seleciona bens que evitam ou minimizam a devastação. Para dar sua contribuição ao combate às injustiças sociais, boicota países e empresas ofertantes de produtos que embutem relações de trabalho desprovidas do mínimo de respeito ao ser humano, em sua integridade física, psicológica e moral.&lt;br /&gt;As variáveis com que lida o consumidor contemporâneo, como se vê, vão muito além do previsto pela teoria econômica convencional, que nele vê um simples agente racional que procura maximizar a utilidade associada a uma cesta de consumo criteriosamente composta, respeitando uma capacidade de compra limitada. Os valores envolvidos no consumo estão para além de questões meramente econômicas, embora essas devam ser fortemente consideradas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-2379934986967955524?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/2379934986967955524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=2379934986967955524' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/2379934986967955524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/2379934986967955524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/04/decalogo-do-consumidor-consciente-4.html' title='Decálogo do consumidor consciente 4'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-4715421102712531562</id><published>2011-05-13T12:11:00.000-03:00</published><updated>2012-01-27T14:17:15.770-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Decálogo do consumidor consciente 3</title><content type='html'>O consumidor consciente sabe porque consome. &lt;br /&gt;O consumo destina-se à satisfação de necessidades e desejos. Poucas são as necessidades totalmente isentas da possibilidade de serem confundidas com desejos. Excluindo-se as necessidades puramente biológicas (para satisfazer a fome, a sede; para aliviar o frio ou o calor), todas as demais (de cunho psicológico, cultural, social) podem ser facilmente confundidas com desejos. Isso coloca um problema inicial para o consumidor consciente, pois nem sempre é tarefa trivial classificar uma decisão de consumo como decorrente de uma necessidade fundamental ou de um desejo fútil.&lt;br /&gt;Uma decisão de consumo pode ser fruto de um impulso, de uma sublimação, de uma fuga à realidade ou coisas do gênero. Armadilhas contra as quais o consumidor nunca está totalmente prevenido, mas diante das quais o consumidor consciente tem maiores chances de sair imune. Ele sabe porque está consumindo: se é para satisfazer uma necessidade ou um desejo. Tratando-se de um desejo, sabe se é um que escolheu atender ou um que lhe foi inculcado.&lt;br /&gt;Isso significa que apesar de não ser capaz de abster-se sempre do consumo motivado por razões psicológicas, sociais, culturais – afinal, é humano e imperfeito como todos os outros -, ele sabe identificar as diferentes situações. Alguns exemplos são esclarecedores. Há uma diferença entre: a) consumir uma refeição para saciar a fome (necessidade biológica de que não se pode fugir) e consumir pelo prazer da degustação; b) adquirir um automóvel para aumentar a velocidade e o conforto das locomoções necessárias e comprá-lo para ostentar status social; c) usar uma blusa para aquecer contra o frio ou para revelar-se alguém sempre na moda. &lt;br /&gt;O consumidor consciente sabe quando está consumindo por necessidade, desejo ou imposições sociais e culturais. E sabe, também, o custo e o benefício de cada coisa. Se compra a camisa de grife, sabe que está pagando o dobro do preço, mas também que será melhor aceito na roda que deseja ou precisa freqüentar. E paga pelo que irá usufruir. Ele sabe que ao comprar no shopping center e não na loja da esquina, está pagando pelos produtos em si e pelos serviços diferenciados.&lt;br /&gt;Em síntese, o consumidor consciente não é o semi-deus capaz de basear-se exclusivamente na racionalidade econômica stricto sensu, mas um cidadão comum, dotado de bom senso, que presta atenção ao custo e ao benefício de cada compra, compreendendo que cada compra inclui mais do que um único item. Ao pagar por uma peça de vestuário, por exemplo, sabe que está pagando, quando é o caso, pela roupa, pela marca, pelos serviços diferenciados do lojista etc. E decide-se com base em seus valores pessoais, poder aquisitivo e posicionamento diante das circunstâncias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-4715421102712531562?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/4715421102712531562/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=4715421102712531562' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/4715421102712531562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/4715421102712531562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/03/decalogo-do-consumidor-consciente-3.html' title='Decálogo do consumidor consciente 3'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-6219783182121942405</id><published>2011-05-09T18:47:00.000-03:00</published><updated>2011-05-09T18:48:08.504-03:00</updated><title type='text'>Desperdício com juros</title><content type='html'>&lt;a href="http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/05/brasileiro-paga-em-juro-o-equivalente-25-do-bolsa-familia-diz-estudo.html"&gt;Gastos com juros&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-6219783182121942405?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/6219783182121942405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=6219783182121942405' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/6219783182121942405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/6219783182121942405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2011/05/desperdicio-com-juros.html' title='Desperdício com juros'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-6102220072571437588</id><published>2011-05-09T18:45:00.001-03:00</published><updated>2011-05-09T18:47:09.570-03:00</updated><title type='text'>Endividamento atinge mais da metade das famílias</title><content type='html'>&lt;a href="http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2011/05/gasto-medio-da-familias-supera-renda-em-53-dos-lares-diz-pesquisa.html"&gt;Gasto médio das famílias&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-6102220072571437588?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/6102220072571437588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=6102220072571437588' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/6102220072571437588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/6102220072571437588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2011/05/endividamento-atinge-mais-da-metade-das.html' title='Endividamento atinge mais da metade das famílias'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-34090191547650965</id><published>2011-04-29T21:29:00.000-03:00</published><updated>2012-01-27T14:17:29.287-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Decálogo do consumidor consciente 2</title><content type='html'>O consumidor consciente sabe quanto e quando consumir. Em relação à quantidade, procura dosá-la de modo a evitar insuficiências e excessos – em busca do equilíbrio. Para os itens de consumo mais freqüentes e regulares (alimentação, combustível, higiene e limpeza etc.) tem estimativas baseadas na experiência passada a norteá-lo. Assim, os desvios são rapidamente detectados e corrigidos. Itens de consumo regular, porém menos freqüentes (vestuário, impostos anuais, manutenção da residência e do automóvel etc.) são tratados preventivamente, por meio de acumulação paulatina prévia dos recursos necessários para bancá-los. Aquisições de vulto (veículos, móveis, máquinas, equipamentos, eletrodomésticos etc.) são planejadas com grande antecedência e feitas com recursos sistematicamente poupados para estas finalidades.&lt;br /&gt;Quanto à periodicidade do consumo, é organizada não só em função da economia de recursos financeiros, mas também de acordo com uma racionalidade com respeito à efetiva necessidade: gasta-se menos com determinado item não apenas para permanecer com mais dinheiro, mas sobretudo porque gastar mais é desnecessário. Para quê trocar o automóvel a cada ano se ele pode cumprir suas funções perfeitamente por mais tempo e sem maiores despesas de manutenção? Para quê doze pares de calçados ao ano se seis bastam para assegurar conforto e atualização de modelos?&lt;br /&gt;O consumidor consciente também adota estratégias de compra que lhe permitem fazer aquisições nos momentos mais favoráveis. Assim, consome frutas, verduras e legumes da estação; adia compras dos períodos de intensificação da demanda (exemplo: final de ano) para períodos de demanda mais comportada (exemplo: início de ano); evita comprar bens (especialmente veículos, eletrodomésticos e roupas) nos primeiros momentos de lançamento, quando esses bens são muito mais caros; estoca (quando a perecibilidade não impede) sempre que detecta pressões de preços futuros ou aumento de necessidade.&lt;br /&gt;Sobras e desperdícios não entram nem na despensa, nem no orçmento do consumidor consciente, exceto por acidente ou um ou outro descuido passageiro (já que o consumidor não é perfeito, mas sim  consciente e atento). Ele também é capaz de abastecer-se do que necessita ao longo do tempo, o que significa que não concentra o consumo hoje, tendo, em contrapartida, que amargar escassez amanhã – ou seja, tem clareza da importância da poupança como elemento de organização intertemporal do consumo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-34090191547650965?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/34090191547650965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=34090191547650965' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/34090191547650965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/34090191547650965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/03/decalogo-do-consumidor-consciente-2.html' title='Decálogo do consumidor consciente 2'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-7222722532568194042</id><published>2011-03-06T20:12:00.000-03:00</published><updated>2012-01-27T14:17:41.791-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Consumidor consciente - 1</title><content type='html'>Na teoria econômica existem dois grupos de agentes fundamentais: os produtores (responsáveis pela oferta de bens e serviços) e os consumidores (formadores da demanda pelos bens e serviços disponibilizados). Produtores visam o maior lucro possível, com sua produção, obtida utilizando-se capital limitado, gerido no âmbito das finanças empresariais. Consumidores têm por objetivo chegar ao nível máximo de satisfação (bem-estar, conforto, comodidade), adquirindo, com sua renda, também limitada, determinadas combinações de bens e serviços. As finanças pessoais ou familiares são o instrumento que utilizam para controlar suas receitas e despesas.&lt;br /&gt;Pode-se dizer, pois, que o consumo consciente é a base das finanças pessoais ou familiares saudáveis: é o controle do consumo (em sua quantidade, qualidade, intensidade e oportunidade) que gera a satisfação desejada pelo consumidor. O controle do consumo, por sua vez, depende da existência de um consumidor consciente, cujo perfil será delineado ao longo dos próximo artigos desta coluna. &lt;br /&gt;Antes, porém, de tratar desse perfil, é fundamental distinguir entre consumo e consumismo. Este último é o resultado de um comportamento desequilibrado, às vezes até doentio, do consumidor. Enquanto o consumo é o ato de lançar mão de um bem  ou serviço para obter prazer ou evitar a dor, o consumismo é um desvio do comportamento racional que conduz à máxima satisfação com a renda monetária disponível. No consumismo o agente demandante descarrega no consumo exagerado as suas frustrações, aliviando-as temporária e provisoriamente ou simplesmente capitula diante dos apelos ardilosamente disseminados pelos produtores em competição uns contra os outros para sitiá-lo ou tomá-lo de assalto. &lt;br /&gt;O primeiro caso – consumismo causado por problemas psicológicos, que precisam de cuidados médicos especiais – precisa ser detectado e tratado para não levar o indivíduo à bancarrota irreversível. O segundo – consumismo sub-repticiamente embutido nas relações de mercado – exige cautela quotidiana da parte do consumidor. Dada a excessiva capacidade de oferta das modernas empresas, além de sua necessidade intrínseca de inovação constante para sobreviver (muitas vezes até criando novas necessidades, inimagináveis antes da existência de produtos novos), o crescimento das vendas precisa ser constantemente promovido por meio de publicidade e propaganda cada vez mais apelativa. Além disso, a disputa por fatias crescentes de mercado também leva os produtores a esforços constantes de divulgação e marketing para conquistar e fidelizar consumidores. Com isso, uma porção crescente do que os indivíduos e famílias consomem se deve não a necessidades e desejos próprios, mas sim a “vontades postiças”, sutilmente “semeadas” pelos produtores no “jardim” fértil da imaginação, da esperança e da ingenuidade de homens, mulheres e crianças. &lt;br /&gt;O consumo, sabe-se há muito, é uma necessidade humana (é um tipo de destruição para preservar o indivíduo que destrói: mata-se a vaca, sobrevive o homem carnívoro; mata-se o capim, sobrevive o quadrúpede herbívoro). Assim, o consumo é inevitável, restando calibrá-lo de acordo com as expectativas e posses. O mesmo não acontece com o consumismo, que deve ser evitado, por meio de tratamento médico adequado quando tem origem clinicamente explicável; ou por meio de conscientização econômico-financeira do consumidor, quando decorrente das tentativas dos produtores de controlar a consciência de seus potenciais clientes. &lt;br /&gt;Daí a importância de se saber qual é o perfil do consumidor consciente, que jamais será consumista, a não ser em curtos e esporádicos períodos em que, de posse de poupança suficiente, se dá ao luxo de desviar da racionalidade (que ninguém é de ferro...).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-7222722532568194042?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/7222722532568194042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=7222722532568194042' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7222722532568194042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7222722532568194042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/01/consumidor-consciente-1.html' title='Consumidor consciente - 1'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-1199779749321268064</id><published>2011-02-09T09:01:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T14:23:20.107-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Consórcio</title><content type='html'>O financiamento de compra por meio de consórcio é uma invenção muito inteligente: o que se faz é juntar uma grande quantidade de indivíduos que não tem dinheiro para comprar à vista, para que o poder de compra reduzido da maioria, somado, fique suficientemente grande para pagar as compras de uma minoria – os sorteados para receber o bem ou produto objeto de contrato. Os membros da maioria ficam um tempo (longo ou curto, dependendo do tamanho do azar) pagando sem receber a mercadoria que estão almejando, até que um sorteio os inclua no grupo minoritáio dos felizardos.&lt;br /&gt;A vantagem cantada em prosa e verso pelos administradores de consórcios (que além de não ter que pôr dinheiro do bolso para financiar seus clientes, recebem deles uma taxa de administração) é o baixo custo financeiro (taxas de juros menores, alguns chegam ao absurdo de dizer). Ora, juros devem ser pagos para dinheiro emprestado. Portanto, quem deveria receber juros são os prestamistas do consórcio não sorteados, que não estão recebendo bem algum pelo dinheiro que estão pagando regularmente. Esses prestamistas são, na verdade, poupadores forçados e frustrados. Forçados porque se não pagam prestações perdem o dinheiro ou parte dele. Frustrados porque assumem o desconforto de não gastar (de poupar), enquanto que o benefício de sua poupança (acesso ao consumo) migra para outras mãos.&lt;br /&gt;Se uma pessoa deseja comprar, por exemplo, um carro, a prazo, tem três opções: 1. fazer um financiamento no banco ou na loja, comprar e pagar as prestações com juros; 2. poupar mensalmente um valor e colocá-lo numa aplicação financeira, comprando o veículo no final; 3. entrar num grupo de consórcio, ir pagando as mensalidades e aguardar sorteio do bem ou oportunidade de fazer lance.&lt;br /&gt;Na opção 1 (financiamento) o consumidor pagará mais pelo carro porque “alugou” dinheiro alheio, por um tempo, para honrar suas despesas. Na opção 2 (poupança prévia), o gasto foi menor do que o valor do veículo porque uma parte desse valor foi ganho com rendimentos de aplicação financeira. Na opção 3 (consórcio), há um custo administrativo pago para o organizador do grupo e podem ocorrer quatro situações: 3a) muita sorte: ao ser um dos primeiros sorteados, o consumidor terá sido de fato financiado pelo grupo e incorrerá em baixos custos financeiros; 3b) muito azar: o consumidor pagou por muito tempo as mensalidades e só recebeu o bem no final, incorrendo num custo de oportunidade (teria sido mais vantajoso poupar, ganhar juros e depois comprar o bem); 3c) sorteio nem muito cedo, nem muito tarde: o consumidor ficou melhor do que se tivesse feito empréstimo e pior um pouco do que se tivesse poupado para comprar (caso para fazer contas, pois vários fatores intervêm na sua configuração); 3d) o consumidor conseguiu um dinheiro extra e fez um lance que assegurou a entrega imediata do bem (cláusula prevista em alguns consórcios) – nesse caso ele quita prestações antecipadamente, perdendo uma parte da vantagem do financiamento feito pelo grupo.&lt;br /&gt;Consórcio pode ser “menos pior” que financiamento para comprar bens, mas ainda assim, como se vê, não é bom. Bom mesmo é comprar a vista. Quando isso não é possível, a melhor alternativa, sem contar com a sorte, é poupar aos poucos até atingir o valor necessário. Por fim, ao optar por consórcio, cuidado com a administradora – tem que ser idônea e oferecer um contrato sem cláusulas abusivas, principalmente no tocante à devolução dos valores pagos no caso de desistência e à magnitude das taxas de amdinistração.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-1199779749321268064?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/1199779749321268064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=1199779749321268064' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/1199779749321268064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/1199779749321268064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2010/01/consorcio.html' title='Consórcio'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-7374033342837357133</id><published>2010-08-22T11:21:00.003-03:00</published><updated>2010-08-22T11:24:22.962-03:00</updated><title type='text'>Emprego</title><content type='html'>O emprego é a fonte de receita para a grande maioria das pessoas. O Curriculum Vitae é uma ferramenta importante na busca de emprego. &lt;a href="http://www.meucurriculum.com/"&gt;Dica sobre como fazer o seu&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-7374033342837357133?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/7374033342837357133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=7374033342837357133' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7374033342837357133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7374033342837357133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2010/08/emprego.html' title='Emprego'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-1224456255727750755</id><published>2010-08-09T08:48:00.000-03:00</published><updated>2010-08-09T08:49:37.933-03:00</updated><title type='text'>Enfim, Educão Financeira na escola!</title><content type='html'>&lt;a href="http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/08/educacao-financeira-comeca-a-ser-ensinada-a-alunos-das-redes-estaduais.html"&gt;Veja matéria do G1.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-1224456255727750755?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/1224456255727750755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=1224456255727750755' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/1224456255727750755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/1224456255727750755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2010/08/enfim-educao-financeira-na-escola.html' title='Enfim, Educão Financeira na escola!'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-6017724124218107567</id><published>2009-11-04T19:02:00.000-02:00</published><updated>2009-11-07T19:02:32.554-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas'/><title type='text'>Pesquisa de preços</title><content type='html'>A pesquisa de preços nem sempre é necessária ou conveniente. Ele compensa principalmente no caso de compra de bens de maior valor. Ainda assim, precisa ser feita com critério. &lt;a href="http://www.pires.pro.br/documentos/fichaparapesquisadeprecos-qualiddedeproduto9277.xls"&gt;Utilize a ficha básica sugerida aqui&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-6017724124218107567?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/6017724124218107567/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=6017724124218107567' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/6017724124218107567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/6017724124218107567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/07/pesquisa-de-precos.html' title='Pesquisa de preços'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-7888800861213047920</id><published>2009-11-04T12:45:00.000-02:00</published><updated>2009-11-09T18:28:56.213-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas'/><title type='text'>Anúncio fácil e grátis na internet</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.olx.com.br"&gt;&lt;img src="http://www.olx-prensa.com/images/banner2-es.jpg" alt="OLX Free Online Classifieds" style="border: 5px double rgb(219, 92, 92);" border="0" width="221" height="193"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O OLX é um portal gratuito para anúncios classificados muito fácil de usar. 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Vale a pena conhecer: &lt;a href="http://www.olx.com/"&gt;http://www.olx.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-7888800861213047920?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/7888800861213047920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=7888800861213047920' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7888800861213047920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7888800861213047920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/07/anuncio-facil-e-gratis-na-internet.html' title='Anúncio fácil e grátis na internet'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-5901198583303204558</id><published>2009-11-04T11:23:00.000-02:00</published><updated>2009-11-07T19:01:07.349-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Educação financeira na escola</title><content type='html'>Já faz tempo que, com razão, mas com pouca força, algumas pessoas e grupos defendem a inclusão de educação financeira no currículo dos níveis pré-universitários do sistema educacional brasileiro. Argumenta-se que na sociedade contemporânea a compreensão básica do mundo do dinheiro, das finanças, do mercado financeiro é uma ferramenta básica de sobrevivência, quase uma linguagem. E acredita-se que conhecimentos com essa característica devam ser oportunizados desde a idade escolar.&lt;br /&gt; Pode ser, e talvez por isso a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados, no último dia 15 de julho, tenha emitido parecer favorável a um projeto-de-lei que cria a disciplina “Educação financeira” nos níveis fundamental e médio de ensino. Pode acontecer de a proposta entrar em vigor, se aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.&lt;br /&gt; Em princípio, parece um avanço, pois de fato um conhecimento mínimo do mundo das finanças é necessário não só para a sobrevivência, mas também para o exercício da cidadania. Entretanto, o problema, para ser solucionado ou pelo menos amenizado, carece de muito mais do que uma lei.&lt;br /&gt; O primeiro obstáculo, formidável, aliás, é encontrar quem possa ensinar devidamente a nova disciplina. Apesar de os professores dos níveis pré-universitários, assim como seus colegas do ensino superior, terem que ser, nos país, experts em sobrevivência financeira, dada a degradação salarial que tem enfrentado, não se pode dizer que estejam preparados para transmitir conteúdos sistemáticos sobre o assunto. Há até quem esteja propondo que a disciplina “Educação financeira” seja uma parte de matemática!!! Prova cabal do quão insuficiente é a compreensão prevalecente sobre o assunto, mesmo entre aqueles que estão defendendo as medidas para ampliar o acesso ao conhecimento dele.&lt;br /&gt; Um segundo problema se relaciona à literatura da área de conhecimento (finanças) para o perfil do público que se está propondo atingir. Simplesmente não existe em português e talvez não seja fácil encontrar em outros idiomas, para traduzir de modo conveniente para o uso nas escolas do país. A produção de bons livros didáticos exigirá muita competência, em termos de domínio de conteúdo e forma (há que ser acessível aos adolescentes e jovens). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Nenhum desses problemas é intransponível, mas não serão enfrentados adequadamente a não ser com medidas muito bem concebidas e articuladas, coisas que não brotam simplesmente de boas intenções ou da aprovação de uma lei. O oportunismo, aliás, pode mais facilmente ocupar o lugar dessas medidas necessárias, gerando livros de editoras caça-níqueis (de olho nas milionárias compras governamentais de livros didáticos) e “mestres” sempre impelidos na direção de renda complementar, conseqüência da penúria salarial.&lt;br /&gt; É notável o crescimento, nos últimos quatro ou cinco anos, da fatia do mercado editorial brasileiro dedicada a livros e revistas sobre o tema financeiro, talvez pelo fato de muita gente ter passado da rabeira da cadeia remuneratória para a camada média de renda. Mas esse mercado carrega dois vieses que precisam ser evitados numa formação básica séria: o da auto-ajuda (“faça você mesmo seu primeiro milhão”, “orçamento doméstico ao alcance de todos”) e o da prestidigitação literária (“fique rico mudando sua mentalidade”, “só é pobre quem quer”).&lt;br /&gt;Quais são os fundamentos de finanças que precisam ser ensinados aos jovens, na escola? Qual a melhor maneira de levar esse conhecimento a esse público? Qual o papel do professor e dos livros no processo de ensino-aprendizado? Essas questões precisam ser respondidas com muita clareza e responsabilidade se não se deseja um fracasso na empreitada ou um sucesso que mais valeria evitar: formar desde cedo a plataforma para a cobiça desmedida que provocou a atual crise financeira e que está no cerne de um modelo de desenvolvimento que se deseja superar, por não ser sustentável. Não se pode falar em Finanças sem tratar de Economia, posto que aquela é um ramo desta ciência; posto que dinheiro não é riqueza, mas apenas poder de comando sobre ela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-5901198583303204558?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/5901198583303204558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=5901198583303204558' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/5901198583303204558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/5901198583303204558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/08/educacao-financeira-na-escola.html' title='Educação financeira na escola'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-1120818915731699673</id><published>2009-08-15T18:52:00.000-03:00</published><updated>2009-08-15T22:09:40.505-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Decálogo do consumidor consciente 1</title><content type='html'>O consumidor consciente sabe o que consome, seja um bem ou um serviço. Em ambos os casos, o consumidor consciente dedica atenção antecipada às características do que adquire ou pretende adquirir. Ou seja, antes de comprar (um bem) ou contratar (um serviço), observa e analisa atentamente para saber do que se trata: olha, olha de novo, pesa, mede, lê, pergunta. A profundidade da avaliação aumenta na medida da sofisticação, da complexidade e do preço do bem ou serviço.&lt;br /&gt; A aparência é um item que merece cuidado redobrado – ela é o primeiro entre os itens manipulados para iludir. Embalagens são primorosamente elaboradas para destacar a mercadoria nas vitrines e gôndolas. O consumidor consciente jamais se deixa levar por elas, embora possa apreciar a arte e a sensibilidade que freqüentemente embutem.&lt;br /&gt; A qualidade do acondicionamento e do armazenamento é um foco principal de avaliação, pois se forem inadequados comprometem o produto e podem oferecer ameaças à saúde do usuário e à funcionalidade do bem. Higiene, corretas proporções entre quantidade adquirida e tempo previsto para consumo, atoxidade de embalagens devem ser características sempre presentes.&lt;br /&gt; Durabilidade, desempenho e confiabilidade são variáveis que precisam ser conhecidas detalhadamente para uma correta apreciação da relação custo-benefício (preço x atributo), mormente quando se trata de bens de consumo duráveis ou semiduráveis. O design também, porém considerando-o um elemento estrutural (ergonomia e adequação ao ambiente onde o produto será utilizado).&lt;br /&gt; As especificações técnicas devem ser plenamente conhecidas, recorrendo-se aos manuais. Sem isso corre-se o risco de adquirir, por exemplo, um eletrodoméstico que funciona a 220 volts para uma casa com pontos de tomada de 110 volts; ou um aparelho de ar condicionado com capacidade insuficiente para o ambiente a que se destina.&lt;br /&gt; Fundamentais, também, são os serviços assessórios – montagem, assistência técnica e disponibilidade de peças de reposição e refis. Sem eles, a possibilidade de utilização fica comprometida.&lt;br /&gt; A marca do fabricante e a tradição do fornecedor são elementos que podem auxiliar na boa escolha, mas elas são a faceta visível de uma qualidade em mutação, para mais ou para menos. Afinal, os móveis estofados comprados pelos avós, no fabricante X, podem não ter a mesma qualidade atualmente, pois agora são produzidos sob supervisão do neto do antigo proprietário, que se dedica muito menos ao negócio e é menos atento às necessidades dos clientes...&lt;br /&gt; O manual técnico é o item que assegura as especificações, a qualidade e a garantia dos bens, enquanto que o contrato é o correspondente para os serviços. Ambos devem ser muito claros com respeito ao que (detalhadamente), quanto, quando (prazos), por quem (executores e supervisores), sob que condições de pagamento, com que tipo de garantias e penalidades (multas e formas de compensação em casos de perdas e não-cumprimentos de responsabilidades).&lt;br /&gt; Vale o ditado: consumidor consciente não leva gato por lebre, nem lebre doente. E se levar, sabe como se livrar do logro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-1120818915731699673?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/1120818915731699673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=1120818915731699673' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/1120818915731699673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/1120818915731699673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/03/decaalogo-do-consumidor-consciente-1.html' title='Decálogo do consumidor consciente 1'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-8272187170159087593</id><published>2009-08-05T16:04:00.000-03:00</published><updated>2009-08-05T08:52:28.574-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Consumidor consciente - 2</title><content type='html'>Preliminarmente, o consumidor consciente não é um consumista inveterado, conforme se argumentou no artigo anterior. Quando muito, imperfeito que é, dá uma ou outra escorregadela, conseqüência de informações insuficientes a respeito dos bens e serviços oferecidos, ou deliberada irracionalidade para aliviar a tensão das relações de consumo. Dito o que ele não é, necessário se faz dizer o que ele é. O consumidor consciente basicamente sabe como lidar com o consumo a seu favor e a favor da sustentabilidade ambiental. Ele sabe pelo menos uma série de dez itens, a seguir apresentada,  a respeito do consumo e das relações de consumo no mercado.&lt;br /&gt; 1 - O consumidor consciente sabe o que consome, tanto em termos da qualidade quanto no que diz respeito à verdadeira necessidade satisfeita pelo bem ou serviço que adquire ou usa.&lt;br /&gt; 2 – O consumidor consciente sabe porque consome, sendo capaz de frear impulsos ou pressões.&lt;br /&gt; 3 – O consumidor consciente conhece as conseqüências do seu consumo para si, para os demais e para o meio ambiente.&lt;br /&gt; 4 – O consumidor consciente é capaz de determinar com relativa precisão quanto e quando consumir, equilibrando as diferentes necessidades e disponibilidades.&lt;br /&gt; 5 – O consumidor consciente organiza-se para abastecer-se de bens e serviços da melhor e menos custosa maneira possível, com isso deslocando maus fornecedores e eliminando custos de armazenamento.&lt;br /&gt; 6 – O consumidor consciente planeja a mais vantajosa maneira de pagar pelo que adquire, pesquisando e regateando preços e evitando o crediário caro e desnecessário.&lt;br /&gt; 7 – O consumidor consciente seleciona os apelos de publicidade e propaganda a que atenderá e que não atenderá, baseando-se num padrão de valores que norteiam sua vida e suas relações.&lt;br /&gt; 8 – O consumidor consciente mantém seu orçamento equilibrado ao compatibilizar com sabedoria seus recursos escassos com as ilimitadas necessidades e com os infindáveis apelos ao consumo.&lt;br /&gt; 9 – O consumidor consciente conserva com zelo e competência o seu patrimônio, reduzindo-lhe a depreciação, a obsolescência e os riscos que corre.&lt;br /&gt; 10 – O consumidor consciente conhece os seus direitos e sabe defendê-los.&lt;br /&gt; Norteando-se por este decálogo, o consumidor obtém uma consciência de si e das relações de consumo que melhora suas possibilidades de obter sucesso no uso dos recursos, ao longo do tempo. Mas não se deve imaginar que é fácil ser fiel aos “dez mandamentos do consumidor consciente”. É, de fato, difícil. Além disso, o consumidor, mesmo consciente e aguerrido na defesa de sua racionalidade, felicidade e direitos, se depara com uma série de obstáculos que se erguem a partir da ação competitiva, quando não colusiva, dos produtores, fornecedores, atravessadores. É por isso que existem as leis anti-trustes e uma série de outras normas que estabelecem limites às relações inter-firmas e dessas com os consumidores. O conhecimento dessas leis, além do código do consumidor (Lei Federal n. 8.078/90, no Brasil), é também relevante para o consumidor consciente.&lt;br /&gt; Se a consciência do consumidor, custosa,  não é garantia de total satisfação, sua ausência, por outro lado, é certeza de insatisfação. Por isso vale a pena obtê-la e ampliá-la constantemente. Interessa para as unidades individuais de consumo e para o conjunto delas, que formam o mercado e a sociedade. Cada um dos itens do decálogo aqui apresentado será aprofundado nos próximos artigos desta coluna.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-8272187170159087593?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/8272187170159087593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=8272187170159087593' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/8272187170159087593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/8272187170159087593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/02/consumo-consciente-2.html' title='Consumidor consciente - 2'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-1521133203758019843</id><published>2009-04-15T19:36:00.000-03:00</published><updated>2009-04-15T19:45:17.404-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias'/><title type='text'>Número de famílias endividadas em SP sobe para 55% em abril</title><content type='html'>O número de famílias em São Paulo com algum tipo de dívida registrou alta em abril, passando de 50% em março para 55% neste mês, segundo a pesquisa de endividamento e inadimplência do consumidor (PEIC), divulgada nesta quarta-feira pela Fecomercio. Na comparação com igual mês do ano passado, quando o indicador atingiu 49%, houve crescimento de seis pontos porcentuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a entidade, as despesas típicas de início do ano, principalmente com o IPTU, o acesso ao crédito e a possibilidade de parcelar as contas com o cartão de crédito elevaram pela segunda vez consecutiva o endividamento das famílias em 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a pesquisa, entre os consumidores com renda de quatro a dez salários mínimos, 60% estão com dívidas. Em seguida vem os que recebem até três salários mínimos, com 58%, e as famílias com rendimento de mais de dez salários mínimos, com 39%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os consumidores com rendimento de até dez salários foram os mais beneficiados com a melhoria de renda e emprego em 2008 e com as oportunidades para o acesso ao crédito e por isso passaram a adquirir maior quantidade de bens duráveis ao longo do ano. Por isso, explica-se o aumento do endividamento desta faixa de renda", afirma Kelly Carvalho, economista da Fecomercio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na divisão por faixa etária, os consumidores mais jovens, com idade entre 18 e 34 anos, são os que possuem mais dívidas, alcançando 60%, enquanto para aqueles que têm mais de 35 anos o porcentual chega a 52%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parcela de famílias paulistanas com contas em atraso apresentou alta neste mês, passando de 19% em março para 22%. Em relação a abril do ano passado (17%), o indicador registrou alta de cinco pontos porcentuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os consumidores com rendimento de até três salários mínimos são os que mais têm contas em atraso, registrando 28%. Dentre aqueles que recebem entre quatro e dez salários mínimos, o percentual de consumidores com contas em atraso atinge 22%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cartão de crédito mantém-se como o principal tipo de dívida das famílias paulistanas, atingindo 60% dos consumidores. Segundo Kelly, esse valor registrou alta significativa em relação ao mês anterior, quando 40% dos consumidores informaram possuir esse tipo de dívida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Neste mês, 89% dos consumidores entrevistados informaram que não planejam contratar qualquer tipo de financiamento nos próximos meses, o que demonstra cautela para a aquisição de novas dívidas, seja para compras ou até mesmo para pagar outras dívidas", aponta Kelly.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Fonte: Redação Terra, 15 de abril de 2009)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-1521133203758019843?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/1521133203758019843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=1521133203758019843' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/1521133203758019843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/1521133203758019843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/04/numero-de-familias-endividadas-em-sp.html' title='Número de famílias endividadas em SP sobe para 55% em abril'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-2725029510227839785</id><published>2009-04-12T15:54:00.003-03:00</published><updated>2009-04-15T20:16:31.272-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas'/><title type='text'>Estratégia para lidar com dificuldades de pagamento</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.pires.pro.br/documentos/estrategiaparalidarcomdificuldadesdepagamentob51485.doc"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; para obter dicas para lidr com a inadimplência ou iminência dela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-2725029510227839785?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/2725029510227839785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=2725029510227839785' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/2725029510227839785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/2725029510227839785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/04/estrategia-para-lidar-com-dificuldades.html' title='Estratégia para lidar com dificuldades de pagamento'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-9023609173903930134</id><published>2009-01-19T23:17:00.001-02:00</published><updated>2009-01-19T23:17:58.603-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Finanças pessoais e inovação tecnológica</title><content type='html'>A inovação tecnológica é, para as empresas (unidades de produção), um componente fundamental da concorrência; é, também, para as pessoas e famílias (unidades de consumo), uma variável relevante na determinação dos gastos.&lt;br /&gt; É verdade que o avanço tecnológico cria para os indivíduos necessidades novas, substitutas (energia e lâmpadas em lugar de querosene e lamparinas, por exemplo) ou adicionais (telefones móveis, por exemplo). Com isso, criam despesas adicionais.&lt;br /&gt; Mas o avanço tecnológico acelerado está hoje fazendo mais do que isso. Está obrigando as unidades de consumo a reverem constantemente sua estrutura de gastos com itens intensivos em tecnologia. Vários são os exemplos:&lt;br /&gt; 1. Telefonia – as opções oferecidas pelas empresas são variadas, especialmente para telefonia móvel; há um enorme menu de serviços opcionais, além de esquemas de descontos ou prêmios para a fidelidade; é possível ainda utilizar os serviços mais baratos do tipo Voip (protocolo de internet);&lt;br /&gt; 2. Provedor de internet – pode ser via rádio, satélite ou telefone (via discagem ou via modem); são várias as possibilidades de combinação entre o provedor de sinal e o de conteúdo;&lt;br /&gt; 3. Provedor de TV paga – pode ser via cabo ou satélite; os menus de programação são variadíssimos; dependendo do acesso a filmes, pode-se reduzir  a visita a vídeo-locadoras;&lt;br /&gt; 4. Automóvel – hoje podem ser movidos a mais de um combustível (gasolina, álcool ou gás natural);&lt;br /&gt; 5. Pacotes de acesso – TV, internet e telefonia juntas: esta já é uma possibilidade técnica disponível.&lt;br /&gt; No passado recente, o consumidor e usuário não tinham que levantar tantas informações (e elas não eram tão complexas) e fazer tantos cálculos para definir sua cesta de consumo. Hoje, se não ficar atento, corre o sério risco de comprar o pior por preço maior. Um exemplo: se alguém tem com uma companhia telefônica e um provedor de internet um contrato assinado há quatro anos, é provável que esteja jogando dinheiro fora, pois hoje existem novas e melhores opções que provavelmente não lhe foram informadas, porque representariam desembolsos mensais menores em favor das empresas.&lt;br /&gt; Curiosamente, isso ocorre na era da informação. Que é, por isso, também a era da assimetria de informações: devido à natureza altamente técnica das variáveis envolvidas num contrato, o contratante sabe bem menos do que o contratado. Isso gera custos de transação, entre os quais o próprio tempo e cuidado para fazer e atualizar contratos quando a tecnologia muda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-9023609173903930134?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/9023609173903930134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=9023609173903930134' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/9023609173903930134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/9023609173903930134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/01/finanas-pessoais-e-inovao-tecnolgica.html' title='Finanças pessoais e inovação tecnológica'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-7429756309611869990</id><published>2009-01-05T22:30:00.000-02:00</published><updated>2009-01-05T22:31:48.755-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Finanças pessoais e lápis</title><content type='html'>“Traga seu dinheiro na ponta do lápis”. Ou da caneta. Ou da pena, sendo mais arcaico. Ou da planilha eletrônica, sendo mais atual e considerando ponta no plural – pontas dos dedos que digitam. Sábio conselho: em questões de dinheiro, memória é pouco.&lt;br /&gt; Quem não anota receitas e despesas não é capaz de saber coisas importantes para as finanças pessoais, como, por exemplo:&lt;br /&gt;i) qual a proporção (ou porcentagem) de cada grupo de despesa (alimentação, moradia, vestuário, educação etc.) no total das despesas;&lt;br /&gt;ii) a taxa (ou porcentagem) de crescimetno das receitas e despesas mês a mês e da soma delas no ano, em relação ao ano anterior;&lt;br /&gt;iii) o volume de poupança necessário no ano em curso para enfrentar as despesas extraordinárias do 1o. trimestre do ano seguinte (IPTU, IPVA, matrícula e materiais escolares etc.);&lt;br /&gt;iv) se é possível ou não assumir uma dívida de longo prazo sem comprometer as necessidades básicas;&lt;br /&gt;v) se para equilibrar o orçamento é possível cortar despesa ou se a única alternativa é aumentar receita.&lt;br /&gt;Quem não conhece do seu dinheiro essas coisas, quem não entende a dinâmica das próprias finanças pessoais, não é senhor do seu dinheiro, correndo sério risco de dele tornar-se escravo, contraindo dívidas e pagando juros a vida inteira. &lt;br /&gt;E quanto menor for a quantia manejada mensalmente, maior o risco: menos dinheiro, maior a necessidde de controle, pois há duas fontes principais de dificuldades financeiras: a insuficiência do dinheiro e a negligência na lida com ele. A primeira, nem sempre pode ser solucionada de imediato (busca de novo emprego, venda de um ativo etc.). A segunda, é uma questão apenas de vontade e disciplina. Ou seja, com vontade e disciplina é possível eliminar uma das fontes das dificuldades financeiras – a falta de controle -, mesmo isso não seja suficiente para solucionar o problema por completo: qualquer um pode melhorar sue controle financeiro trazendo suas finanças na ponta do lápis. No começo, é muito difícil e desconfortável. Depois o hábito se incorpora e fica até difícil livrar-se dele.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-7429756309611869990?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/7429756309611869990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=7429756309611869990' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7429756309611869990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7429756309611869990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2009/01/finanas-pessoais-e-lpis.html' title='Finanças pessoais e lápis'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-63026735660995152</id><published>2009-01-03T20:28:00.005-02:00</published><updated>2009-01-06T21:41:51.372-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Inflação</title><content type='html'>Quando o homem pela primeira vez pisou o solo lunar, as imagens não foram suficientes para convencer muitas pessoas, algumas até hoje. Diante da afirmação de que a inflação foi vencida, no Brasil, há quem se comporte do mesmo modo: sistematicamente duvidando. Em filas de bancos, supermercados e casas lotéricas e outros locais de espera e aglomeração (lugares por excelência de “cidadãos comuns” - gente trabalhadora que vive de salário, que precisa durar até o final do mês) tornou-se tão corriqueiro comentar a “farsa do fim da inflação” quanto a falta ou excesso de chuva ou calor – até hoje.&lt;br /&gt; De fato, toda essa gente tem razão, pois a inflação não acabou, mas seu tamanho nem se compara aos anteriores ao período anterior ao Plano Real, de 1994. Portanto, seu prejuízo é bem menor. Já não é preciso sair correndo comprar e estocar para não ter que gastar maais dali a uma semana ou quinzena.&lt;br /&gt; Agora, subir, os preços sobem, mesmo; ou caem (com menos freqüência). &lt;br /&gt; — Está bem, mas como explicar que está no jornal que a inflação deste mês foi de meio por cento, quando eu fiz, no supermercado, a compra dos mesmos itens do mês passado, nas mesmas quantidades, e a diferença de preços foi de dois por cento? – pergunta a senhora inconformada com isso e com a demora da fila.&lt;br /&gt; Para um leigo, a pergunta faz todo sentido. Mas para quem sabe como a inflação é medida, não. Os índices de inflação são uma aproximação das variações no nível geral de preços, e não de um ou outro preço em particular. Para isso, procede-se basicamente da seguinte maneira: i) escolhe-se um perfil de renda e consumo para o qual se deseja averiguar sistemática e continuamente a variação do nível de preços (inflação); ii) faz-se uma pesquisa estatisticamente embasada para identificar a “cesta de consumo” das famílias que perfazem aquele perfil (geralmente chamada POF – pesquisa de orçamento familiar); iii) identifica-se o peso de cada grande grupo de consumo no total dos gastos típicos desses consumidores-padrão (alimentação, moradia, transporte, educação etc.); iv) coleta-se os preços dos itens da cesta-padrão de consumo a cada período (geralmente um mês); v) calcula-se a variação a cada período, a partir dos preços coletados nas prateleiras e pontos de venda/cobrança. A coleta dos preços é feita em estabelecimentos pré-determinados, em regiões escolhidas. &lt;br /&gt; Assim, nenhum índice oferece com exatidão, a não ser por mera e rara coincidência, a inflação exata de um indivíduo ou família. Ele é uma média, uma aproximação. Por quê? Porque a pessoa pode morar numa outra região, comprar em estabelecimentos que não foram os mesmos pesquisados pelos coletores de preços; porque os pesos dos grandes itens de consumo (alimentação, moradia etc.) da cesta-padrão do índice não coincidem exatamente com os da pessoa, o intervalo entre uma coleta de preços e outra pode ser diferente do intervalo entre uma compra e outra feita pela família etc. &lt;br /&gt; — Então para que servem esses números complicados, que devem custar muito caro para serem calculados? Imagine, um monte de gente todo mês pesquisando preços, fazendo planilhas e contas – indaga o aluno de Contabilidade que acaba de ocupar o último lugar na fila e ouve a conversa interessado.&lt;br /&gt; Os economistas fazem o que podem. E quando chegam a tanto, todos devem se dar por satisfeitos. Se pudessem mais, deveriam se concentrar não em medir, mas em eliminar por completo as variações do nível geral de preços, pois ela é prejudicial às relações econômicas, embora não deixe de beneficiar alguns (a não ser quando se trata de hiperinflação, que prejudica praticamente a todos, na medida em que pode desarticular todo o sistema econômico).&lt;br /&gt; A melhor solução disponível para reduzir o descompasso entre a inflação real de um indivíduo ou família e as medidas da inflação existentes é escolher um índice cujo cálculo seja feito: i) na região de moradia e de realização dos gastos, ii) com base numa POF o mais próxima possível do padrão de consumo da pessoa ou família, iii) considerando uma renda também a mais próxima possível da auferida pelo indivíduo ou grupo familiar.&lt;br /&gt; Embora no longo prazo a magnitude dos índices tenda a convergir, nos prazos curto e médio ela diverge muito, o que coloca um desafio para escolher índices para reajustes de contratos e salários. Tentar adivinhar qual poderá ser o índice mais vantajoso (o menor para o reajuste do aluguel e o maior para o reajuste do salário, por exemplo), é um jogo insano, perigoso. O que não se pode admitir, sendo ilegal, é embutir em contratos que o reajuste será feito com base no índice que apresentar a maior variação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-63026735660995152?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/63026735660995152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=63026735660995152' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/63026735660995152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/63026735660995152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/10/inflao.html' title='Inflação'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-4218527933349120363</id><published>2008-12-12T20:29:00.000-02:00</published><updated>2008-12-18T11:13:17.483-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Aplicação financeira</title><content type='html'>O orçamento pessoal ou familiar equilibrado é aquele em que as receitas mensais (um fluxo contínuo de entrada de dinheiro) supera as despesas mensais (um fluxo contínuo de saída de dinheiro), deixando pelo menos um pequeno saldo positivo em pelo menos alguns meses (fluxo intermitente de poupança). O fluxo intermitente de poupança alimenta o estoque de poupança, que é o conjunto de ativos reais e financeiros de que o indivíduo ou família dispõe como patrimônio, como riqueza própria. É a esse conjunto de bens e direitos que se recorrerá para fazer frente a despesas inesperadas superiores à receita corrente, para adquirir bens de alto valor e para assegurar renda perpétua quando cessarem os rendimentos obtidos por meio do trabalho (aposentadoria).&lt;br /&gt; O equilíbrio financeiro de curto e médio prazos exige uma poupança mínima regular, enquanto fluxo (guardar um pouco de tempos em tempos) e um volume de bens e dinheiro disponíveis (patrimônio que pode ser vendido se necessário) que proporcionem tranqüilidade e segurança. O equilíbrio financeiro de longo prazo amplia o volume do patrimônio exigido para se firmar, pois requer um volume patrimonial suficiente para manter seu dono sem ter que recorrer a outras fontes, que não esse mesmo patrimônio pessoal, para se sustentar.&lt;br /&gt; Uma vez obtido o equilíbrio financeiro de curto prazo, ou seja, uma vez constituído um estoque mínimo de poupança, torna-se necessário lidar com o dinheiro disponível de modo a evitar que se desvalorize e, preferencialmente, fazendo com que cresça, renda. Há duas maneiras de fazer isso. Fazendo investimentos ou aplicações financeiras.&lt;br /&gt; Convém esclarecer a diferença entre essas duas modalidades de destino de recursos poupados, pois normalmente a eles se referem como sinônimos, o que não são, do ponto de vista econômico-financeiro. O investimento é um fenômeno econômico: altera o volume total de riqueza produzida. A aplicação financeira, como esclarece o próprio nome, é um fenômeno financeiro apenas (menos do que econômico), não representando geração de riqueza nova, mas simples transferência de propriedade. Por exemplo: uma pessoa gasta seus R$ 100.000,00 na construção de uma casa; fez um investimento tanto para si como para o conjunto da economia (agora há uma casa a mais, independentemente de quem venha a ser o seu dono); se, ao invés de construir a casa, comprar uma casa já construída, terá feito uma aplicação financeira, pois não houve a criação de nova riqueza, mas somente a transferência, para ela, de um anteriormente realizado por um terceiro.&lt;br /&gt; Para manter ou aumentar o valor do dinheiro poupado para se chegar ao já aludido equilíbrio financeiro, o indivíduo ou família pode recorrer tanto a investimentos, como a aplicações financeiras. Pode construir uma casa para alugar, pode comprar ações que uma empresa esteja lançando, pode comprar um carro para ser utilizado como táxi e pôr um motorista para conduzi-lo etc. (investimentos). Assim como pode simplesmente ir ao banco e escolher uma entre numerosas modalidades de aplicação financeira: títulos de dívidas das empresas, títulos de dívida do governo, caderneta de poupança.&lt;br /&gt; Quando se faz uma aplicação financeira no banco, o que se está, de fato, fazendo, é utilizando um intermediário financeiro (o banco) para destinar os recursos do poupador (unidade econômica superavitária) para uma unidade econômica deficitária (um tomador de recursos de terceiros). É este tomador que irá ou consumir o dinheiro que o poupador não consumiu (crédito ao consumidor) ou investi-lo (crédito ao investidor, empresário ou alguém construindo casa própria), pagando por isso uma taxa de juros pelo tempo em que durar o empréstimo.&lt;br /&gt; Assim, fica claro que o que proporciona o crescimento do dinheiro do poupador que faz aplicação financeira no banco é sua utilização por terceiros, que ele sequer precisa conhecer. Esses terceiros pagam juros ao banco, que transfere uma parte para o poupador e retém uma parte para remunerar o seu servço. De onde quem toma emprestado tira o dinheiro para pagar os juros e o principal emprestado? Tira de seus rendimentos pessoais, se tiver utilizado o dinheiro para consumo (de seus salários se forem trabalhadores). Tira dos lucros, se for empresa que tenha usado o dinheiro emprestado para manter ou ampliar seus negócios.&lt;br /&gt; Dessa forma, o aplicador financeiro é uma unidade poupadora que consegue abocanhar uma fatia dos salários e dos lucros de pessoas e empresas que são unidades condumidorass ou investidoras além de sua capacidade presente de gerar renda. O grande desafio para o poupador e aplicador financeiro é canalizar seus recursos superavitários  para as mãos de tomadores de empréstimos que ofereçam risco e remuneração compatíveis com suas expectativas, sendo que ele não sabe exatamente para quem o banco irá destinar o dinheiro que nele deposita em troca de um papel que promete certo rendimento, de acordo com o período de validade da aplicação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-4218527933349120363?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/4218527933349120363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=4218527933349120363' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/4218527933349120363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/4218527933349120363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/09/aplicao-financeira.html' title='Aplicação financeira'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-8517254525737824161</id><published>2008-11-10T11:36:00.001-02:00</published><updated>2008-11-10T11:38:50.703-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Pechincha: usos e abusos</title><content type='html'>“Pechincha”, palavrinha esquisita, que não soa redondo. Mas é doce na boca de muito chato por aí; e, muitas vezes, pancada no ouvido de vendedores e balconistas. É de origem desconhecida (“etimologia incerta”, segundo Antônio Geraldo da Cunha, que a define, no Dicionário Etimológico Nova Fronteira, como “grande conveniência ou vantagem”, “qualquer coisa muito barata”).&lt;br /&gt; Assim, pechincar é fazer esforço para obter uma grande conveniência ou vantagem, ou tentar comprar alguma coisa por preço muito baixo. Prática que muita gente tem vergonha de adotar e que alguns não se preocupam em exagerar, estando ambos os grupos equivocados nos seus hábitos. Quem exagera na pechincha destrata o vendedor, desrespeita as boas regras de convivência. Quem, por outro lado, não consegue pechinchar, por timidez ou excesso de zelo, perde dinheiro.&lt;br /&gt; A lei da oferta e da procura, que fundamenta os mercados, mesmo que sem a perfeição imaginada por alguns economistas aloprados, faz com que os preços subam ou desçam conforme variem a oferta e a procura por um bem. Isso é resultado de um leilão que envolve milhões de pessoas, todas tentando fazer bons negócios, todas pechinchando. Se assim é, porque a vergonha de pechinchar? Para não parecer pobre ou sovina? Não vale a pena: pobre fica quem não pechincha e sovinice não é qualidade, mas magnanimidade, seu oposto, tem que ser ostentada com moderação.&lt;br /&gt; O que não se deve é pechinchar sem respeito, sem consideração pelo trabalho do outro. Não se deve, por exemplo, pedir preço menor desqualificando a mercadoria desejada; nem fazendo ameaça de comprar de outro. A pechincha é uma arte que envolve argumentação, malícia, estratégia, bom-humor. Compra-se bem e ainda faz-se amigos, com ela. O bom pechinchador não é aquele de quem os vendedores fogem, mas o que representa a oportunidade de uns bons minutos de conversa inteligente, embora voltada a um objetivo específico. Sabe-se que ele não tem em mente comprar impondo prejuízo, mas somente barganhando, expondo pontos de vista não convencionais, puxando a sardinha para o seu lado, mas deixando margem para que seja puxada de volta.&lt;br /&gt; Não se pode, por outro lado, confundir pechincha com briga por preço justo. Quando o preço está de fato muito alto, quem reivindica que seja menor não está pechinchando, mas defendendo-se de práticas abusivas. &lt;br /&gt; Também não se pode querer pechinchar em lugares em que isso não é possível: por exemplo, nos hipermercados, onde tudo é automatizado e sujeito a regras fixas, determinadas em níveis de decisão que extrapolam os locais em que as vendas se completam (caixas automatizados).&lt;br /&gt; Para a saúde das finanças pessoais, pechinchar pode representar um diferencial. Deve-se partir do pressuposto de que o outro lado está preparado para fazer o contrário: evitar vender muito barato, motivo pelo qual pode embutir automaticamente um percentual de lucro que deixa margem a manobras de bons pechinchadores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-8517254525737824161?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/8517254525737824161/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=8517254525737824161' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/8517254525737824161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/8517254525737824161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/11/pechincha-usos-e-abusos.html' title='Pechincha: usos e abusos'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-7183218268303010253</id><published>2008-10-28T09:43:00.002-02:00</published><updated>2008-10-28T09:43:35.218-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Poupança</title><content type='html'>A palavra poupança, no Brasil, além de lembrar (graças à influência – nociva? – de um grupo de humoristas da TV) a parte traseira inferior do corpo humano, logo abaixo das costas, remete também à caderneta de poupança: modalidade de aplicação financeira criada pela Lei 4.380, de 21 de agosto de 1964 (a mesma que instituiu a correção monetária no país), que teve como precursor o depósito de poupança, que se podia fazer na Caixa Econômica Federal criada por D. Pedro II em 1861.&lt;br /&gt; Assim, ouve-se, por aqui, dizer: “Vou aplicar minhas economias na poupança”. Esta frase faz sentido somente se a palavra poupança for tomada como abreviatura cômoda de “caderneta de poupança”: um tipo de conta bancária em que economias podem ser, de fato, guardadas para não serem corroídas pela inflação e para renderem 0,5% de juros ao mês.&lt;br /&gt; Mas poupar significa, originalmente, em linguagem corrente, gastar com moderação, agir com parcimônia. Enquanto conceito da teoria econômica, poupança é o contrário de consumo. Consumo é destruição, poupança é preservação. Destrói o milho quem dele se alimenta; preserva-o (poupa) quem retira algumas espigas para semente. Assim, a poupança aparece como uma espécie de ponte entre o presente e o futuro: o consumo de amanhã depende da poupança de hoje. Além disso, a poupança se converte em investimento: aquelas espigas de milho poupadas, uma vez plantados os grãos, se tornam investimento, que realimenta o processo produtivo e o consumo.&lt;br /&gt; Numa sociedade consumista e extremamente individualista, a palavra poupança é muito antipática, tanto quanto responsabilidade, solidariedade, compromisso... Essas palavras soam como coisas de velhos ranzinzas, saudosos de um tempo que já passou, defensores de formas de relacionamento que já não interessam mais. Mas desde que o homem foi condenado a “ganhar o seu sustento com o suor de seu rosto”, se não se planta, não se colhe; se não se poupa, não se investe. A incapacidade de lidar com a poupança, ou seja, a incapacidade de agir com parcimônia, de evitar o consumo exuberante, é uma demonstração cabal da dificuldade das pessoas de viver de forma sustentável, não só financeiramente, mas também do ponto de vista da disponibilidade de recursos no planeta. A crise ambiental é resultante do excesso de produção, puxado pelo excessivo consumo ou, em outras palavras, do insuficiente nível de poupança dos recursos não renováveis e lentamente renováveis.&lt;br /&gt; Poupar não é simplesmente um procedimento econômico-financeiro. É, isto sim, uma atitude de quem conhece e sabe respeitar as restrições naturais da vida, de quem consegue agir com moderação frente aos apelos e ímpetos que costumam descarrilar existências, relações, famílias, grupos sociais e até nações inteiras. É algo que se aprende desde criança ou que custará muito a ser incorporado à personalidade. A contradição é que quem nasce rico não aprende porque não sente necessidade (até que se torne pobre devido a esse tipo de ignorância); quem nasce pobre e enriquece (o novo rico tão execrado), quer esquecer o que viveu como privação e não como hábito voluntariamente adquirido.&lt;br /&gt; Para os religiosos, poupar pode ser um ato de obediência a Deus: “Sim, senhor, submeto-me às restrições que me impuseste, e privo-me de querer o paraíso, o mundo da abundância infinita, na terra!”. Para os adeptos do hedonismo, que querem o máximo de prazer ao custo do mínimo esforço, poupar pode ser considerado um passo no interior de uma estratégia: dosar o acesso ao prazer hoje, para que a mina das delícias não se esgote. Para cada um, é uma necessidade. Para a humanidade, às voltas com um padrão de desenvolvimento insustentável, é uma atitude universal inadiável. Do contrário, nem as vidas serão poupadas das catástrofes que se delineiam com nitidez cada vez maior.&lt;br /&gt; Portanto, quem poupa assume um comportamento individualmente proveitoso,  socialmente desejável e politicamente correto!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-7183218268303010253?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/7183218268303010253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=7183218268303010253' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7183218268303010253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7183218268303010253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/10/poupana.html' title='Poupança'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-5357088218785345717</id><published>2008-10-06T21:02:00.000-03:00</published><updated>2008-10-06T21:03:03.471-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Seguro</title><content type='html'>O que é um seguro? Em que casos é conveniente ter uma apólice?&lt;br /&gt; Uma apólice de seguro consiste num contrato em que uma entidade, devidamente autorizada e credenciada, recolhe dos interessados um prêmio (o preço do seguro), de uma só vez ou em várias, comprometendo-se, em contrapartida, a indenizar o contratante de eventuais danos ou sinistros que eventualmente venham a atingir objeto segurado (vida, capacidade de trabalho, residência, veículo etc.), até certo valor e mediante certas condições, explicitados na mesma apólice.&lt;br /&gt; O seguro é, portanto, uma medida preventiva contra a incerteza, o acaso e o azar, além de uma maneira de diluir riscos, dividindo-o com um grupo. Permite que indivíduos submetidos a riscos semelhantes frente ao futuro se associem para socorro mútuo no caso de ocorrências funestas.&lt;br /&gt; É teoricamente possível fazer seguro de qualquer coisa – danos físicos provocados por queda de meteoritos, por exemplo. Basta que haja alguém disposto a bancar o prêmio e alguém disponível e autorizado para ressarcir as perdas potenciais de um acidente. Mas há ocorrências danosas muito plausíveis e perceptíveis, com conseqüências de monta significativa sobre o patrimônio e a renda: por exemplo, morte, invalidez, destruição (total ou parcial) de imóveis por catástrofes climáticas ou incêndio,  acidentes automobilísticos etc. Essas ocorrências movem a maior fatia do mercado de seguros.&lt;br /&gt; A conveniência ou não de comprar uma apólice de seguro deve ser avaliada à base da relação custo-benefício, ou seja, deve-se calcular se o que se recebe em caso de sinistro compensa o valor pago para se prevenir contra sua potencial ocorrência.&lt;br /&gt; Antes de tudo, o possível segurado deve pensar se a magnitude dos danos não pode ser assimilada pelas próprias posses e avaliar a probabilidade de ocorrência do evento contra o qual pensa se defender. Se essa probabilidade é muito baixa, deve-se considerar a hipótese de gastar o valor do prêmio em algo mais conveniente. Se o valor a ser gasto para restaurar as condições existentes antes do sinistro puder ser facilmente assimilado pelo patrimônio ou renda do indivíduo ou família, pode-se optar pela rejeição do seguro. Se a probabilidade do sinistro é baixa e os danos podem ser absorvidos com relativa facilidade, não se deve gastar com seguro.&lt;br /&gt; Por outro lado, o seguro torna-se uma despesa praticamente obrigatória se o impacto do sinistro é muito grande e se é alta a probabilidade de materializar-se. Por exemplo: o proprietário de um veículo que vive de fretes. Se este veículo for roubado, ele ficará privado de sua única fonte de renda. Além disso, a probabilidade do roubo não é desprezível. O seguro deve ser feito, com toda certeza, incluindo também a prevenção contra acidentes (danos ao próprio veículo e danos pessoais e materiais a terceiros, principalmente). O valor do prêmio deve ser incluído no custo dos fretes e repassado para o preço. Mas não é tão importante o seguro contra o furto de objetos no interior do veículo (como o cd-player, por exemplo), já que adquirir outro (ou ficar temporariamente sem) não é tão catastrófico e um pouco de cuidado pode evitar a ação dos amigos do alheio.&lt;br /&gt; Por último: apólice de seguro é uma mercadoria, como todas as outras. Sua aquisição deve considerar a qualidade e o preço. Avaliar e pesquisar são uma necessidade para fazer uma boa compra. Sempre que possível, fazer seguro em grupo (empresa, por exemplo), pois isso diminui o preço e aumenta a qualidade/confiança (se bem administrada pelo grupo).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-5357088218785345717?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/5357088218785345717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=5357088218785345717' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/5357088218785345717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/5357088218785345717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/10/seguro.html' title='Seguro'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-1314422532475842432</id><published>2008-09-22T14:07:00.000-03:00</published><updated>2008-09-22T14:08:13.168-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Educação financeira</title><content type='html'>A educação financeira habilita o indivíduo a atuar no mundo movido pelo dinheiro. Sem ela, o pobre não fica rico; e o rico fica pobre. Sua base é a compreensão da lógica do dinheiro, sem a qual não é possível saber corretamente nem o que ele é e para que serve. &lt;br /&gt; Difícil encontrar alguém que admita não saber o que é e para que serve o dinheiro. Todavia, o mesmo sujeito que ri diante da afirmação dessa ignorância, pode, em seguida, entrar numa loja e fazer um crediário sem se preocupar com a taxa de juro, contentanto-se com a percepção de que as prestações “cabem no salário”. Assim, terá ignorado por completo que o dinheiro serve para fazer desprevenidos trabalharem de graça para terceiros que sequer conhecem.&lt;br /&gt; Mais difícil ainda que um empresário admita não ser financeiramente bem educado. Muitos deles, entretanto, não conhecem o custo unitário da mercadoria que produzem ou comercializam (incluindo depreciação, custos indiretos etc.) e/ou não conseguem fazer uma correta distinção entre o que seja dinheiro da pessoa física da pessoa jurídica (a instituição produtiva criada com seu capital e movida por suas habilidades). Assim, buscam lucro (que é igual a receita menos custo) sem conhecer custo! Ao misturarem finanças pessoais e familiares com finanças empresariais, não distinguem se é a empresa que está indo mal, ou se é a família que não se molda à retirada compatível com o faturamento da firma. E se pudessem matar impunemente quem lhes diz isso, o fariam...&lt;br /&gt; A vida nas cidades é muito mais monetizada do que na zona rural. Em cidades grandes, a dinâmica financeira se acelera. Portanto, a educação financeira é favorecida pelo ambiente urbano, dada a pressão que este ambiente exerce sobre os indivíduos em sua luta pela sobrevivência. Como o Brasil é um país de urbanização e industrialização recentes, tendo ambos os fenômenos ocorrido muito aceleradamente, faz pouco tempo que os moradores das cidades (hoje a grande maioria) são nascidos num ambiente plenamente monetizado e financeirizado. E com a desvantagem de uma grande parte dessa gente ter nascido em famílias cujos país não tinham muito a lhes ensinar a respeito, a não ser a vontade de vencer e alguns rudimentos recolhidos durante a luta para tanto.&lt;br /&gt; Há, portanto, um peso histórico que atua na direção contrária da educação financeira do brasileiro. A realidade americana, por exemplo, não é tão marcada por este legado. Assim, o déficit de educação financeira não se resolve do dia para a noite. Mas, por outro lado, precisa ser encarado de frente para que não se eternize, resultando em desvantagens que tendem a se aprofundar num mundo globalizado, impulsionado por complexos arranjos financeiros.&lt;br /&gt; É muito difícil um pequeno ou médio empresário com frágil educação financeira ser bem sucedido no sofisticado mundo dos negócios de hoje. Ele pode ser extremamente habilidoso, empreendedor, bem relacionado, inclusive internacionalmente. Mas sucumbirá às armadilhas representadas por um emaranhado institucional que encobre os mais elementares fundamentos da lógica do dinheiro, que não mudaram em quase nada desde que o dinheiro existe, não como simples facilitador das trocas (tempos pré-capitalistas), mas como motor da acumulação de capital e como instrumento dos mais variados tipos de especulação (ainda que no bom sentido – técnico, keynesiano – da palavra). E não há contabilidade, nem gerencial, que resolva esse tipo de problema, pois para usá-la há um déficit de compreensão (e talvez por isso ela não tenha progredido muito, estacionando na condição de contabilidade fiscal e trabalhista, com finalidades meramente declaratórias e legais).&lt;br /&gt; Poucas pessoas e poucas instituições (felizmente existem!), em comparação com a enorme necessidade do país (nem sempre sentida pelos indivíduos), estão se dedicando à solução desse problema econômico e, certamente, social. Mas quem está preocupado com isso? E quem deveria estar?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-1314422532475842432?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/1314422532475842432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=1314422532475842432' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/1314422532475842432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/1314422532475842432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/09/educao-financeira.html' title='Educação financeira'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-2032063259383083689</id><published>2008-09-15T19:12:00.000-03:00</published><updated>2008-09-15T19:13:09.736-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Loteria</title><content type='html'>“Quando eu ganhar na loteria vou...” Complementada por um desejo pessoal, esta afirmativa é verbalizada ou passa pela cabeça de muita gente pobre e remediada. Ela cumpre um papel positivo e outro extremamente danoso.&lt;br /&gt; Dita por quem de fato não faz apostas, senão esporadicamente, a frase é uma espécie de amenizador de frustrações: um fio de esperança de possuir um determinado bem ou de realizar um desejo específico é mantido, reduzindo os riscos de dano psicológico ou stress.&lt;br /&gt; Na boca ou na mente de um apostador contumaz, daquele que não passa uma semana sem jogar, a frase é o sintoma, senão a causa, de uma desgraça financeira. É sempre baixíssima a probabilidade de ganhar na loteria. Quanto mais um apostador ganha, maior o número dos que contribuíram com ele, perdendo. São tantos os que pedem a Deus para que os ajudem a enriquecer da noite para o dia, que se Ele tivesse que anotar nome por nome, o mais afortunado de todos seria o dono da empresa que ganhasse a concorrência para fornecer todo o papel necessário para essa estranha escrituração.&lt;br /&gt; E há bancos que oferecem, a seus clientes, modalidades de aplicação financeira que, apesar de renderem menos que outras, acenam com sorteios milionários. Há também fabricantes de bens de consumo que fazem o mesmo para fidelizar consumidores. Em ambos os casos, o que se faz é ratear entre os muitos que não ganham os custos para fornecer o prêmio aos poucos que ganham os sorteios.&lt;br /&gt; Conselho (inócuo, mas gratuito): sempre preferir uma moeda na mão do que duas voando. Na loteria e nos grandes sorteios em geral o que poucos ganham, milhares ou milhões perdem, na proporão da sua participação nas apostas. A probabilidade de um indivíduo ficar entre os perdedores e de não ser um dos poucos ganhadores é fantasticamente grande, gigantesca, levando David Ruelle (no livro “Acaso e caos”, Ed. UNESP) a afirmar, com razão que “As loterias são uma forma de imposto livremente consentida pelas camadas menos favorecidas da sociedade. O usuário compra não muito caro um pouco de esperança de ficar rico.”&lt;br /&gt; Alguém que gaste R$ 5,00 por semana em loterias ao longo de 20 anos (e não são poucos os brasileiros que fazem isso), se não ganharem algum sorteio (o que é muito provável que aconteça) ficará ao final do período R$ 12.383,56 mais pobre, a uma taxa de juros de 0,7% ao mês. Se não apostasse, poderia comprar um caro usado para a família, além de resgatar o nome da lista dos trouxas.&lt;br /&gt; Mas cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-2032063259383083689?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/2032063259383083689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=2032063259383083689' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/2032063259383083689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/2032063259383083689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/09/loteria.html' title='Loteria'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-5333009234283445144</id><published>2008-09-08T12:27:00.001-03:00</published><updated>2008-09-08T12:27:18.895-03:00</updated><title type='text'>Aposentadoria</title><content type='html'>“Pé-na-cova” e “fim de linha” são expressões que, às vezes, com um pouco de razão e muita impiedade, as pessoas utilizam para se referir à aposentadoria, principalmente alheia. Pelo contrário, para muitos, a aposentadoria representa tempos bons, em que a carga de trabalho (“carga”, note-se) e os horários rígidos não irão mais se impor como condição para a sobrevivência.&lt;br /&gt; Além de aludir a um tempo (bom porque corresponde a liberdade, e ruim porque denota restarem poucos anos de vida), aposentadoria diz respeito também ao salário obtido no período de inatividade profissional, depois de um longo tempo de atuação no mercado de trabalho formal. Nesta acepção, de um valor recebido mensalmente, a aposentadoria normalmente corresponde a uma contrapartida mensal, ao longo do número de anos regulamentares, pela contribuição compulsória ao instituto de previdência governamental. &lt;br /&gt; O que era para ser um sonho torna-se pesadelo quando o valor recebido não é uma contrapartida justa e/ou não atinge a cifra necessária para manter o padrão de vida igual ou próximo ao usufruído durante a fase ativa do trabalhador (sendo esta uma tendência atual, face à crise do sistema público). Para evitar esse desastre, além de contribuir para a previdência oficial (até porque não pode deixar de fazê-lo), o empregado se vê compelido a aderir a planos privados pessoais de previdência (caso não pertença a um fundo de pensão de uma grande empresa). Encontrará como alternativas mais comuns os VGBL’s e PGBL’s, que são duas modalidades de aplicação financeira oferecidas ao público interessado em complementar a futura aposentadoria pública.&lt;br /&gt; Mas como já se disse, os VGBL’s e PGBL’s são apenas modalidades de aplicação financeira, estruturadas e administradas de modo conveniente e mais seguro (embora não livre de riscos), com tratamento tributário específico, para os futuros aposentados. As idéias de contribuição regular e de um administrador grande e confiável estão neles presentes, mas com as grandes diferenças de que a garantia de retorno não é total e de que o administrador cobra pelos seus serviços, podendo ir à bancarrota (pois é uma pessoa jurídica como outra qualquer).&lt;br /&gt; Se assim é, os VGBL’s e PGBL’s podem ser considerados apenas duas modalidades a serem escolhidas para compor uma cesta de aplicações financeiras feitas ao longo da vida para gerar rendimentos futuros, que serão utilizados para complementar a aposentadoria oficial. Aliás, contendo imóveis, ações, debêntures, quotas de diferentes fundos de investimento etc., esta cesta diversificada de aplicações poderá render muito mais se bem administrada pelo próprio interessado. O problema é que essa gestão exige habilidade, conhecimentos, acesso a informações, tempo e paciência.&lt;br /&gt; O fato mais relevante, porém, é que para a grande maioria a escassez fundamental não é de habilidade, conhecimento, informação, tempo ou paciência, mas de recursos financeiros, mesmo. Assim, a previdência oficial é ainda muito importante e precisa ser defendida contra os ataques privatistas inconseqüentes, contra a corrupção e contra a incompetência administrativa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-5333009234283445144?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/5333009234283445144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=5333009234283445144' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/5333009234283445144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/5333009234283445144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/09/aposentadoria.html' title='Aposentadoria'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-7720102129209360045</id><published>2008-09-01T12:41:00.001-03:00</published><updated>2008-09-01T12:41:42.089-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Cheque especial</title><content type='html'>O melhor amigo do homem é o cachorro! Será? Há quem duvide, preferindo outro animal (iguana, talvez) ou mencionando casos de ataques de cães, alguns até fatais, aos próprios donos.&lt;br /&gt; O pior inimigo do brasileiro de classe média é o cheque especial. Bem pesada, talvez esta afirmativa não dê margem a tantas controvérsias quanto a que se refere à amizade entre humanos e caninos. Mormente se o assunto envolver interlocutores que já viveram ou vivem a experiência de uma dívida bancária decorrente do acesso fácil a esta modalidade de financiamento.&lt;br /&gt; “Entrou no cheque especial não sai mais, a não ser com muito sacrifício.” Pode escrever. É assim mesmo. Trata-se de uma das mais caras alternativas de crédito ao consumidor no Brasil, junto com o cartão de crédito. Com um agravante: ilude quem tem acesso a ela, pois recebe o nome de “especial”.&lt;br /&gt; O crédito automático pré-aprovado em conta-corrente, até certo limite, é especial não porque o seu beneficiado é especial, mas porque se trata de um expediente especial, não comum, já que o expediente comum é o cliente ter saldo para cobrir o cheque que emite. Do ângulo de visão do correntista, o cheque especial deve ser utilizado somente em ocasiões especiais, não nas do dia-a-dia; deve ser emitido com lastro não em crédito bancário, mas em provisão prévia de recursos próprios. Afinal, cheque é meio de pagamento (à vista, inclusive) e não de financiamento.&lt;br /&gt; O cheque especial deve ser utilizado somente para o enfrentamento de desencaixes temporários, ou seja, naquelas situações em que um valor tem que ser pago um pouco antes de ocorrer uma receita que normalmente serve para quitá-lo. Exemplo: o carro quebrou no meio do mês e só será possível pagar o conserto no dia do recebimento do próximo salário. A melhor opção é o cheque especial (se o mecânico não der um prazo ou se não aceitar cartão que vence no dia do salário ou depois), porque os juros serão cobrados sobre o saldo médio (sendo que o valor faltante na conta pode ser menor do que o preço do conserto, pois nela está ainda provisionado o montante necessário para as compras de supermercado até o final do mês, por exemplo).&lt;br /&gt; Cheque especial, assim como cartão de crédito, é para cobrir déficit temporário e não para sanar ou contrair dívida. Dívida se paga com financiamentos de prazos maiores e com taxas de juros menores. Da mesma forma, cheque especial e cartão de crédito não devem ser utilizados para ampliar o poder de compra, empurrando o pagamento “com a barriga”: a dívida do mês corrente é contraída para pagar a do mês anterior. Isso tem custo financeiro, e alto. Além disso, tem um custo não mensurável, talvez ainda maior, que é o de comprometer o equilíbrio financeiro de modo muito arriscado.&lt;br /&gt; O mais prudente quando o valor “pendurado” no cheque especial está aumentando é avaliar a(s) causa(s) e traçar uma estratégia para eliminar ou reduzir os fatores que lhe dão origem. O pior procedimento é esperar até que o gerente da agência ou uma carta-padrão comunique a redução do limite, coisa que necessariamente acontece a quem abusa da falsa condição de especial, esquecendo-se que ao banco interessa emprestar a quem menos precisa e mais garantias oferece.&lt;br /&gt; Para o banco, especial é quem não precisa de cheque especial. Por isso tem um alto limite pré-aprovado em conta-corrente e taxas diferenciadas para financiamentos. Quem quer ser mais especial do que pode, acaba sendo menos do que poderia se não quisesse tanto. Essa constatação é dolorosa. Muito mais dolorosa, porém, é a passagem  da constatação à experiência amarga de viver a realidade a que se refere. Cuidado!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-7720102129209360045?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/7720102129209360045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=7720102129209360045' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7720102129209360045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7720102129209360045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/09/cheque-especial.html' title='Cheque especial'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-5871260215081644028</id><published>2008-08-25T09:15:00.001-03:00</published><updated>2008-08-25T09:15:41.686-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Equilíbrio financeiro</title><content type='html'>O equilíbrio financeiro é uma meta fundamental de qualquer unidade de consumo (indivíduo ou família), qualquer que seja o volume de recursos que maneje. Seja rico ou seja pobre, uma pessoa ou família que abra mão de seu equilíbrio financeiro incorrerá em grave erro, com penosas conseqüências.&lt;br /&gt; O que é, então, equilíbrio financeiro? Para começo de conversa, não é indício de pobreza ou riqueza, mas sim de adequado manejo da condição financeira vivida. Sem o qual o pobre não pode nutrir esperanças de melhora e o rico deve ser preparar para o pior.&lt;br /&gt; O equilíbrio financeiro para uma unidade de consumo (para uma unidade de produção, como a empresa, por exemplo, é diferente) pode ser expresso como sendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   (R O + R E) — (D O + D E)  =  P P                                                                         &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; RO é a receita ordinária (salário, por exemplo) e RE é a receita extraordinária (venda de um bem ou remuneração de um trabalho extra, por exemplo).&lt;br /&gt; DO é a despesa ordinária (gastos com aluguel, alimentação, água, luz etc.). DE é a despesa extraordinária (a compra de um eletrodoméstico, por exemplo).&lt;br /&gt; PP é a poupança precautória.&lt;br /&gt; Ordinárias são todas as receitas e despesas que se repetem mensalmente, em valores que variam pouco, sendo bastante previsíveis. Extraordinárias, pelo contrário, são as receitas e despesas que ocorrem esporadicamente, em valores que dependem de cada caso.&lt;br /&gt; A poupança precautória é um volume de recursos que deve ser reservado para despesas impresvistas (uma consulta médica ou intervenção cirúrgica, um conserto do automóvel, por exemplo), para que não gerem déficits continuados e envidividamento.&lt;br /&gt; A importância da poupança precautória é dupla: primeiro, é um evidente escudo contra o desequilíbrio financeiro, pois permite fazer frente a despesas extraordinárias sem recorrer a financiamentos; segundo, é um excelente índice de controle das contas pessoais e familiares: quando a soma RO + RE é superada pela soma DO + RO, a PP diminui. Quando isso ocorre, no mês seguinte será necessário inverter a relação, fazendo com que as receitas sejam maiores do que as despesas, seja pelo corte destas, seja pelo aumento daquelas, seja por medidas que obtenham dupla conseqüência. Sem esta providência, o equilíbrio financeiro estará diminuindo ou sendo eliminado.&lt;br /&gt; Qual deve ser o valor de PP? Um percentual do salário ou da soma das receitas familiares. Por exemplo: alguém que tenha como receita mensal R$ 1.500,00 pode estabelecer que sua PP deve ser de R$ 1.500,00, ou seja, um mês de receita. Com o tempo, pode definir para o próximo ano um crescimento de 10%, indo a PP para R$ 1.650,00 e assim por diante. Exige disciplina, mas é possível. O conforto de fugir das dívidas e sensação de segurança de uma PP em ascensão compensarão com folga o desprazer do esforço para se chegar ao equilíbrio financeiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-5871260215081644028?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/5871260215081644028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=5871260215081644028' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/5871260215081644028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/5871260215081644028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/08/equilbrio-financeiro.html' title='Equilíbrio financeiro'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-6267279058383387411</id><published>2008-08-18T20:42:00.004-03:00</published><updated>2008-08-24T12:42:26.580-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Finanças pessoais na internet'/><title type='text'>Dicas sobre como investir</title><content type='html'>Em &lt;a href="http://www.comoinvestir.com.br/investidor/"&gt;www.comoinvestir.com.br/investidor&lt;/a&gt; podem ser encontradas orientações, informações, dicas, pistas e notícias para quem deseja melhorar sua compreensão do universo das aplicações financeiras. A qualidade do conteúdo é bastante elevada e interessante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-6267279058383387411?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/6267279058383387411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=6267279058383387411' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/6267279058383387411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/6267279058383387411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/08/dicas-sobre-como-investir.html' title='Dicas sobre como investir'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-3463347592377659766</id><published>2008-08-13T18:05:00.004-03:00</published><updated>2008-08-24T12:42:09.264-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias'/><title type='text'>Comunidade "Finanças Pessoais" no Orkut</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=65409253"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;, conheça e participe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-3463347592377659766?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/3463347592377659766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=3463347592377659766' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/3463347592377659766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/3463347592377659766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/08/comunidade-finanas-pessoais-no-orkut.html' title='Comunidade &quot;Finanças Pessoais&quot; no Orkut'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-3651819104532266109</id><published>2008-08-11T17:03:00.000-03:00</published><updated>2008-08-11T17:04:28.759-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Fuga dos juros - 2</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Uma&lt;/span&gt; das estratégias para reduzir despesas com juros é transferir o valor de dívidas para modalidades de financiamento mais baratas (do cartão de crédito para o cheque especial, por exemplo, como visto no artigo anterior).&lt;br /&gt; Outra é pagar periodicamente pelo menos os juros, nos meses em que incidirem. Assim evita-se pagar juros sobre juros, na impossibilidade de quitar o principal.&lt;br /&gt; Um exemplo permite avaliar a dimensão da economia obtida com essa estratégia.&lt;br /&gt; Um indivíduo que comece janeiro com R$ 500,00 de dívida no cartão de crédito, à taxa de 11% ao mês, irá pagar, no final de dezembro, R$ 1.750,00, se não fizer nenhum pagamento ao longo do ano.&lt;br /&gt; Se, entretanto, ele pagar todo mês 11% sobre o principal (R$ 55,00), totalizará R$ 660,00 de juros pagos ao longo dos 12 meses do ano. Somando esse valor ao principal, chega-se, em dezembro, a R$ 1.160,00 como total de recurso necessário para resgatar o principal e o serviço da dívida de R$ 500,00 contraída em janeiro. A economia, portanto, terá sido de R$ 590,00: bem mais de 1/3 do salário da pessoa, se ela ganhar por mês R$ 1.500,00!&lt;br /&gt; Para adotar essa estratégia inteligente e oportuna, o endividado em questão terá que economizar R$ 55,00 por mês em outras frentes de gasto. Isso pode até ser difícil, mas a indicação da estratégia continua válida, por pelo menos dois motivos. Primeiro porque se este sacrifício relativamente pequeno e distribuído ao longo do tempo não for enfrentado, outro muito maior e concentrado no tempo será imposto pelas circunstâncias. Segundo porque para economizar R$ 55,00 (3,7% do salário de R$ 1.500,00) é preciso uma motivação; se ter que trabalhar mais de dez dias a menos no ano para pagar credores não é uma motivação suficiente, o que poderia ser?&lt;br /&gt; “De grão em grão, a galinha enche o papo”, ficando provisoriamente feliz. Mas de grão em grão, o criador esvazia o bolso, ficando provisoriamente triste. Todavia, de galinha em galinha, o criador enche a barriga e consegue mais grãos, ficando sucessivamente feliz, enquanto as galinhas sucessivamente morrem.  O drama da galinha é não conseguir tornar-se criador. O mesmo não acontece com o devedor, que com estratégias inteligentes e perseverança pode até tornar-se credor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-3651819104532266109?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/3651819104532266109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=3651819104532266109' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/3651819104532266109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/3651819104532266109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/08/fuga-dos-juros-2.html' title='Fuga dos juros - 2'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-7165480783090385046</id><published>2008-08-04T09:19:00.001-03:00</published><updated>2008-08-11T17:05:00.827-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Fuga dos Juros - 1</title><content type='html'>Para quem está endividado e sem perspectiva de obter recursos para saldar por completo seus compromissos financeiros, qualquer mudança que resulte em redução das despesas com juros é bem vida, devendo ser adotada o mais rapidamente possível. &lt;br /&gt; Desde que disponíveis, duas estratégias são altamente recomendadas: i) mudar a modalidade de financiamento/rolagem da dívida e/ou ii) pagar periodicamente pelo menos os juros, nos meses em que incidirem. A primeira será abordada neste artigo, ficando a segunda para o próximo.&lt;br /&gt; Existem no mercado várias modalidades de financiamento. As três mais utilizadas pelo consumidor são o CDC (crédito direto ao consumidor), o cartão de crédito e o cheque especial. São todas muito caras, mas uma é mais cara do que a outra. Portanto, quem está endividado, por exemplo, no cartão de crédito, pode fazer a opção de quitar a totalidade da fatura fazendo uso de recursos do cheque especial, uma vez que a taxa de juros neste é menor do que naquele.&lt;br /&gt; Para se ter uma noção do quanto essa estratégia é frutífera, basta fazer as contas a partir de um exemplo. Uma pessoa que tenha uma dívida de R$ 500,00 no cartão de crédito, no início de janeiro, esperando poder quitá-la somente no final de dezembro, com o abono natalino, terá que desembolsar naquele mês R$ 1.250,00, levando-se em conta a taxa média atual, de 11% ao mês.&lt;br /&gt; Se essa pessoa pagar a fatura do cartão de crédito em janeiro e ficar devendo o mesmo valor (R$ 500,00) no cheque especial, para pagá-lo em dezembro, desembolsará então R$ 760,00, se a taxa de juros for de 8% ao mês. Ou seja, terá feito uma economia de R$ 490,00 (R$ 1.250,00 que pagaria no cartão de crédito menos R$ 760,00 que pagará no cheque especial, para livrar-se da dívida contraída pelo empréstimo de R$ 500,00)&lt;br /&gt; Se tratar-se de alguém que tenha um salário mensal de R$ 1.500,00, terá que trabalhar pouco mais de meio mês para fugir do endividamento no cheque especial, quando teria que trabalhar pouco menos de um mês inteiro mantendo seu relacionamento com uma operadora de cartão de crédito.&lt;br /&gt; Pois é, como diz um antiqüíssimo provérbio latino: “O dinheiro é bom servidor, mas mau senhor”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-7165480783090385046?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/7165480783090385046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=7165480783090385046' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7165480783090385046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/7165480783090385046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/08/fuga-dos-juros-1.html' title='Fuga dos Juros - 1'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-2581024440212501859</id><published>2008-07-28T18:47:00.003-03:00</published><updated>2008-07-28T18:53:27.706-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Economia do matrimônio</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Patrimônio&lt;/span&gt;. Patrimônio Líquido (PL). Diferença entre o Ativo (A) e o Passivo (P). PL = A – P. A Contabilidade expressa assim aquilo que a Economia coloca entre seus objetivos: acumular. O patrimônio líquido é a parte da massa de bens e direitos manejada por um indivíduo ou grupo que, descontado o que é de propriedade de terceiros, pertence a este indivíduo ou grupo. O que interessa não é apenas movimentar um grande volume de recursos (A), mas fazê-lo com a possibilidade de aumentar a fatia dele que se incorpora ao PL de quem efetua o movimento.&lt;br /&gt; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Matrimônio&lt;/span&gt;: “união legítima de homem com mulher”, segundo o respeitável Aurélio (neste verbete, defasado, posto que o requisito de gênero está em discussão e que a legitimidade não se avalia mais pela formalidade legal e/ou pela sacramentação religiosa); casamento; núpcias; “junção de trapos”. Passivo e ativo, aqui não remetem à Contabilidade. Ainda bem, para a felicidade do casal.&lt;br /&gt; Há uma tendência, na ciência econômica, de tratar o matrimônio tendo como preocupação central suas conseqüências sobre o patrimônio, sobre sua divisão e perspectivas de crescimento. Um exagero.&lt;br /&gt; Por outro lado, mas sem exageros, a relação potencialmente conflituosa entre matrimônio e patrimônio não deve ser negligenciada, pois do contrário, em algum momento, virá a se tornar, de fato, e com graves conseqüências, o nó central a ser desatado numa relação que termina, em geral envolvendo novos protagonistas – os filhos.&lt;br /&gt; Numa sociedade como a atual, em que homens e mulheres estão a cada dia se tornando mais independentes uns dos outros no tocante à garantia do sustento, o modo de encarar os fluxos de renda que uma família pode conseguir, e as formas de gastá-los ou poupá-los, mudou completamente em relação às práticas bem recentes. É mais sobre essa mudança que os teóricos da Economia deveriam se debruçar, do que sobre aquilo que é por demais conhecido: tudo que é seu, meu bem, é meu, é meu, é meu... até que deixe de ser. E aí vale o tipo de pacto antenupcial assinado e a capacidade dos respectivos advogados.&lt;br /&gt; Para as pessoas em vias de se casar ou recém-casadas, que o farão ou fizeram levadas por belos e doces sentimentos, de que serve a impertinente advertência de um prosaico economista? Para as prestes a se divorciar, idem. Assim, que cada um faça o que quiser e puder, assumindo as decorrentes dores e delícias.&lt;br /&gt; Mas que seria bem aconselhável entender, com ajuda profissional, se possível, as diferenças que existem entre as finanças pessoais e a finanças familiares, e preparar com cuidado a transição de uma para outra, isso seria. Um economista antes pode sair bem mais barato e muito menos constrangedor do que advogados depois.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-2581024440212501859?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/2581024440212501859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=2581024440212501859' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/2581024440212501859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/2581024440212501859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/07/economia-do-matrimnio_28.html' title='Economia do matrimônio'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-8028226107937409047</id><published>2008-07-19T10:27:00.003-03:00</published><updated>2008-07-19T10:32:00.335-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias'/><title type='text'>A inflação e o orçamento doméstico</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SIHsX3yzSeI/AAAAAAAAASI/8S2ON-L5U8U/s1600-h/LogoTribuna.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SIHsX3yzSeI/AAAAAAAAASI/8S2ON-L5U8U/s320/LogoTribuna.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224716937584658914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Controle de gastos garante crédito em tempos de inflação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Araraquara, 19 de julho de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Preços dos alimentos continuam pesando no bolso do consumidor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alta dos preços dos alimentos no primeiro semestre do ano tem desequilibrado os orçamentos domésticos a ponto de refletir nos índices de inadimplência. Entre aumentar os gastos com os alimentos e pagar a prestação de um bem, o consumidor fica com a primeira opção. O resultado foi o aumento da inadimplência em 3,5% no primeiro semestre deste ano, em comparação com o igual período de 2007. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo estatística do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), este ano foram quase 500 novas inclusões no cadastro de devedores. No Estado, um levantamento feito pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio) confirma a mesma tendência, apontando um aumento de 6,1% da inadimplência no semestre; entre os devedoress consultados pela pesquisa, 18% apontaram os itens de alimentação como o que mais afetou as dívidas atuais, seguido por eletrodomésticos (16%) e vestuário (15%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Deliza, vice-presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Araraquara (Sincomércio), diz que este aumento já era previsto, pois a inflação nos supermercados aumentou consideravelmente e isso levou muitos consumidores a atrasar o pagamento de algumas contas. “Com os gastos maiores nos supermercados, já era previsto que isso acontecesse”, reforça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ponta do lápis&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempos de inflação em alta, é preciso cuidado para não estourar o orçamento doméstico. Colocar todas as contas na ponta do lápis e pesquisar bem antes de comprar são algumas dicas do economista Valdemir Pires.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Primeiro é preciso entender que inflação é um problema macroeconômico, ou seja, por mais que as pessoas queiram combater os preços altos, só quem pode fazer isso é o Governo Federal, através de ações política e econômica. Então, o que os consumidores podem fazer é tentar diluir o aumento dos preços com algumas ações”, orienta Pires. “Os consumidores também precisam entender que a inflação não está generalizada. Não são todos os produtos que tiveram aumento de preço”, acrescenta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os alimentos aumentaram mais porque são mais suscetíveis às safras agrícolas e ao tempo, mas outros produtos, como do segmento de eletrodomésticos, por exemplo, não sofreram altas. “Sabendo disso, as pessoas não podem aceitar pagar mais caro por tudo; é preciso saber economizar onde os preços estão sendo mais reajustados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira ação para não estourar o orçamento em tempos de crise, na opinião do economista, é optar por produtos mais baratos ou até mesmo substituir os itens que estão aumentando de preço constantemente. “Substituir feijão por lentilha é um exemplo, mas as pessoas podem também enriquecer a alimentação com frutas, verduras e legumes, que estão mais baratos e, além disso, são nutritivas”, afirma. Aproveitar as promoções dos supermercados também é uma boa dica. “Já sabemos que o grande vilão da inflação são os alimentos, então, se há uma promoção e o consumidor considerar o produto relevante, é aceitável que se compre mais de um item”, exemplifica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, nos supermercados, Pires diz que vale a pena levar uma lista de compras e consultar mais de um estabelecimento antes de comprar. “Não só em tempos de inflação; fazer uma lista de compras e pesquisar preços podem fazer diferença nos gastos”, defende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra dica é evitar gastos exagerados. “Se o orçamento está apertado é preciso evitar o excesso, por exemplo, se a pessoa já comprou uma roupa para o inverno, não precisa comprar a segunda ou a terceira peça. Vale lembrar que a expectativa é que a inflação se amenize e com isso, os gastos habituais poderão ser retomados logo”, prevê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é indicado recorrer a uma planilha com o salário e as contas da casa, mês a mês, incluindo as despesas de lazer. “Com tudo na ponta do lápis, a pessoa pode estabelecer limites, para não ficar no vermelho, às vezes vale a pena cortar despesas com lazer ou alimentação fora de casa”, finaliza Pires.&lt;br /&gt;Como amenizar o impacto da inflação no orçamento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não deixo de comprar nenhum produto, mas geralmente economizo nos gastos da casa”. Rosangela Aparecida Vasco, 44, agente educacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Procuro substituir os produtos de marca e alguns alimentos” Aparecida Moreira Marques, 29, técnica de enfermagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu pago minhas contas à vista e não tenho costume de substituir os alimentos”Ivan Fraiz, 40, professor &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Fernanda Manécolo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-8028226107937409047?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/8028226107937409047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=8028226107937409047' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/8028226107937409047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/8028226107937409047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/07/inflao-e-o-oramento-domstico.html' title='A inflação e o orçamento doméstico'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SIHsX3yzSeI/AAAAAAAAASI/8S2ON-L5U8U/s72-c/LogoTribuna.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-4850035953894524928</id><published>2008-07-16T10:31:00.004-03:00</published><updated>2008-07-16T15:17:58.935-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas'/><title type='text'>Frutas, verduras e legumes da estação: preço e qualidade mais atraentes</title><content type='html'>Consumir frutas, verduras e legumes nacionais durante a safra permite obter melhor preço e assegura maior qualidade dos alimentos.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.pires.pro.br/documentos/safrashorti-frutis51784.pdf"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; e conheça os períodos bons e ótimos para comprar horti-frutis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-4850035953894524928?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/4850035953894524928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=4850035953894524928' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/4850035953894524928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/4850035953894524928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/07/consumir-frutas-verduras-e-legumes.html' title='Frutas, verduras e legumes da estação: preço e qualidade mais atraentes'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-3675490807025473807</id><published>2008-07-14T09:52:00.000-03:00</published><updated>2008-07-17T10:41:06.972-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias'/><title type='text'>Liquidações</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SHyd6z5E0uI/AAAAAAAAARA/sVPb1bCHI5o/s1600-h/Logo+JP+2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SHyd6z5E0uI/AAAAAAAAARA/sVPb1bCHI5o/s320/Logo+JP+2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223223301530505954" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Liquidações de inverno atraem consumidores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;segunda-feira, 14 de julho de 2008&lt;br /&gt;Fonte: Mateus Medeiros/JP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lojas de Piracicaba já iniciaram as liquidações de produtos de inverno nos principais corredores comerciais –– rua Governador Pedro de Toledo, avenida Rui Barbosa e Paulista –– e no Shopping Piracicaba. É possível encontrar descontos que variam entre 10% e 50% nos produtos mais procurados da estação. Para os consumidores que preferem economizar, os períodos finais das estações são os melhores para as compras, diz o economista Valdemir Pires.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu livro “Finanças Pessoais – Fundamentos e Dicas”, Pires diz que é no final de uma estação que as roupas têm os melhores preços. “O efeito novidade aumenta os preços dos vestuários no início das estações mas, no final, quando os lojistas querem se livrar do estoque, os preços despencam”, afirma. A dica de economia, neste caso, é para pessoas que não sejam muito ligadas à moda (ver matéria nesta página).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta época, período em que os lojistas se preparam para receber os produtos da próxima estação, a alternativa é comprar roupas de inverno que estão em liquidação, mantendo-as para o inverno do ano que vem. Foi o que fez a autônoma Rose Assalim, 36. Ontem, enquanto esperava a filha sair da escola, fez compras no centro da cidade. “Comprei 15 blusas e gastei R$ 100”, conta. O que significa dizer que cada peça custou aproximadamente R$ 6,6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os comerciantes também comemoram. Com o recurso da liqüidação eles mantêm o ritmo de vendas dos meses anteriores. Trata-se de uma tendência que ajuda as lojas a desovar estoques e os consumidores a comprar peças por valores mais baixos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a gerente de uma loja de vestuário, na rua Governador Pedro de Toledo, Karla Priscila Nunes, 25, as vendas da liquidação estão 10% superiores às vendas de 2007. “Muita gente já procura a coleção nova, mas ao ver as promoções de inverno também acaba levando alguma peça para guardar para o próximo inverno.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o proprietário de uma loja de sapatos, também localizada no principal corredor central da cidade, Reinaldo Belardin, 43, as vendas são maiores nos finais de semana. “Vendi 200 pares de botas neste último fim de semana”, conta. As botas da loja estão com 50% de desconto e muitas já não têm todas as numerações. “Precisamos acabar com a coleção de inverno para receber as do verão. Não temos muito espaço no estoque”, argumenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PONTO MIX – No Shopping Piracicaba muitas lojas já estão com liquidações, principalmente as âncoras e as de vestuário. O empreendimento também está programando a liquidação Ponto Mix – Onde tem Ponto tem Desconto. A proposta é oferecer vestuário com desconto nas peças da coleção outono-inverno. A promoção, que ainda não tem data definida, vai trazer o mesmo sistema realizado nos anos anteriores no shopping.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os produtos estarão identificados com etiquetas, contendo o símbolo da liquidação que é um grande ponto amarelo e que segue a padronização das peças de divulgação da campanha. Segundo a assessoria de imprensa do shopping, a idéia é chamar a atenção dos clientes para os produtos em liquidação por todas as 144 lojas do empreendimento. A liquidação ocorreu nos anos anteriores nos meses de julho e agosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Livro dá dicas aos consumidores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;segunda-feira, 14 de julho de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu livro “Finanças Pessoas – Fundamentos e Dicas”, o economista Valdemir Pires explica como economizar, ação importante em tempos de inflação em alta. Segundo ele, evite ao máximo comprar no crédito. “Ainda que a propaganda anuncie que as parcelas são fixas e sem juros, esqueça. Sempre há algum acréscimo no valor”, ressalta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Pires, é falsa a tese de que a compra a prazo, em suaves prestações, é menos “sentida” pelo consumidor. “Pechinche sempre. Peça descontos e não tenha medo de ‘chorar’ diante do comerciante ou do funcionário da loja”, afirma o economista. Ainda que pareça pouco, 5% de abatimento em uma compra à vista é considerado um índice excelente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempos de liquidação é preciso ficar atento, principalmente aqueles consumidores que são descontrolados. Segundo Pires, é importante conter os impulsos diante de uma oferta de crediário a perder de vista. ‘É perigoso acumular pequenas prestações e, no final, descobrir que quase todo o salário está comprometido com elas.‘&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-3675490807025473807?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/3675490807025473807/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=3675490807025473807' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/3675490807025473807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/3675490807025473807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/07/liquidaes.html' title='Liquidações'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SHyd6z5E0uI/AAAAAAAAARA/sVPb1bCHI5o/s72-c/Logo+JP+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-6766459695686444288</id><published>2008-07-07T16:14:00.001-03:00</published><updated>2008-07-16T17:36:33.012-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Funcionários endividados</title><content type='html'>Um sinal de alerta está soando sem cessar no quotidiano das grandes empresas, tirando o sossego dos responsáveis pela gestão de pessoas e dos profissionais de apoio social e psicológico: a produtividade e a boa convivência estão sendo ameaçadas por um novo problema – o desconforto e a inquietação entre os funcionários endividados, cada vez mais numerosos em  todas as faixas de remuneração.&lt;br /&gt; As causas são as de sempre (salários inferiores ao necessário para sustentar padrões acalentados de consumo e cultura financeira insuficiente), turbinadas por novas: taxas de juros muito elevadas; assédio de bancos e financeiras na disputa pelo mercado de baixa e média rendas (para ampliar lucratividade); ofensiva dos lojistas para não sofrer com a reversão do consumo, real e potencial; uso intenso do crédito consignado (descontado em folha de pagameto).&lt;br /&gt; A explosão da inadimplência, nessas circunstâncias, vem acompanhada da implosão da qualidade nas relações de trabalho e de produção. O descontentamento do empregado muitas vezes é desferido contra o empregador ou acaba levando a um rompimento (com freqüência não desejado) em troca de verbas indenizatórias que permitem um fôlego ao endividado. O assunto, portanto, merece atenção e providências.&lt;br /&gt; É uma questão delicada, entretanto. Como identificar, entre tantos problemas que afetam o desempenho no trabalho, aquele provocado pelo endividamento pessoal ou familiar? Como tratar dele com o funcionário envolvido? Que tipo de ajuda oferecer-lhe?&lt;br /&gt; Algumas empresas detectam as dificuldades dos funcionários quando os pedidos de antecipação dos salários (“vales”) crescem ou quando os fundos mútuos de empréstimos pessoais que organizam ou apóiam começam a enfrentar inadimplência contumaz. Percebido como coletivo, o problema passa a ser assim tratado, tornando a abordagem dos indivíduos menos constrangedora. Uma das providências tem sido proporcionar cursos, treinamentos e palestras promovendo melhoria no nível da cultura financeira dos colaboradores dispostos a participar dos programas.&lt;br /&gt; Esta é, de fato, uma iniciativa louvável. Beneficia a todos: os funcionários porque começam a compreender e a solucionar paulatinamente os problemas pessoais e familiares provocados por dívidas; as empresas porque reduzem os já numerosos focos de tensão que permeiam as relações produtivas; o comércio porque tende a enfrentar menor inadimplência. Por outro lado, ao contrário do que pode-se imaginar, os bancos e financeiras não são prejudicados, pois se tendem a emprestar menos, emprestarão com menor risco e com possibilidades de manutenção do crédito por períodos mais longos. É por isso que as empresas deste ramos estão também se envolvendo com esforços em prol do uso consciente do crédito, por meio de propagandas e serviços de apoio em seus sites, portais e home pages.&lt;br /&gt; Seria muito conveniente que os sindicatos de trabalhadores começassem a oferecer a seus filiados os mesmos cursos, treinamentos e palestras. Criariam um canal de participação também para os funcionários de pequenas empresas, as quais, sozinhas não têm como remunerar os honorários dos profissionais capacitados para as tarefas requeridas. Essas pequenas empresas poderiam formar um pool junto com os sindicatos para sustentar os custos e a mobilização de pessoas interessadas em melhorar a performance na gestão de suas finanças pessoais e familiares. Ganho de escala, compartilhamento de custos e de benefícios, que poderiam ser aproveitados também por entidades a entidades associativas do comércio, na relação com seus clientes. &lt;br /&gt; Uma sociedade consciente e inteligentemente mobilizada contra os riscos e prejuízos enormes do baixo acesso à cultura financeira e às correspondentes técnicas de gestão financeira pessoal e de organização dos orçamentos domésticos não seria nada mal num país que precisa desesperadamente reencontrar o caminho do crescimento econômicos sustentado. E o custo é bastante baixo para as possibilidades das empresas e entidades associativas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-6766459695686444288?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/6766459695686444288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=6766459695686444288' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/6766459695686444288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/6766459695686444288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/06/funciionrios-endividados.html' title='Funcionários endividados'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-212131787510919852</id><published>2008-07-07T12:53:00.001-03:00</published><updated>2008-07-16T17:36:59.639-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Inadimplência</title><content type='html'>Inadimplência é o oposto de adimplência. São palavras que se referem ao verbo adimplir, que significa – veja! – preencher, cumprir. Adimplemento é o ato de preencher, de cumprir.&lt;br /&gt; Ninguém gosta de estar inadimplente, porque isso corresponde a não ter honrado um pagamento, um compromisso financeiro assumido. Os inadimplentes não são nada benquistos: seus nomes vão parar em “listas negras”; eles são importunados, no início da sua condição indesejável, por cartas “amigáveis” convidando-os a proceder ao pagamento da prestação em atraso e, ao fim e ao cabo, são intimados a responder pelas suas obrigações, inclusive judicialmente.&lt;br /&gt; Ninguém merece! Exceto os “caloteiros” – aqueles que compram a prazo sem e menor intenção de um dia pagar.&lt;br /&gt; Mas não só os caloteiros povoam o mundo (ou o inferno) da inadimplência. Muita gente boa vai parar lá, mesmo cometendo pecados apenas veniais. Os três principais grupos de “condenados” são os seguintes.&lt;br /&gt; Os descontrolados, que não conseguem de modo algum compatibilizar receita e despesa. Avessos a qualquer tipo de procedimento sistemático, como a manutenção de uma simples planilha orçamentária, por exemplo, vivem empurrando fatura de cartão de crédito e saldo devedor de cheque especial com a barriga. Entre esses existem também os emocionalmente descontrolados: não conseguem conter seus impulsos de compra diante de uma oferta de crediário a perder de vista: vão acumulando – R$ 30 daqui, R$ 45 dali, R$ 22 acolá, quando páram e fazem as contas, descobrem que quase todo o salário está comprometido com “prestaçõezinhas”. O remédio costuma ser amargo para essa “doença”, se não for procurada ajuda a tempo: a “vítima” é excluída do sistema de crédito, obrigando-se a um padrão de consumo muito inferior ao que poderia usufruir se tivesse mantido o controle de suas contas.&lt;br /&gt; Os incautos, que não sabem dizer não para pedidos de empréstimos da parte de credores duvidosos (parentes e amigos, às vezes), de fiança ou de “empréstimo” do nome para uma transação em que o verdadeiro interessado não pode ou não deseja aparecer. Um belo dia, recebem a cobrança de algo de que não usufruíram; perdem, então, dinheiro e amizades (se é que ela um dia foi verdadeira). Para estes, a recomendação tradicional: cuidado e caldo de galinha, que não fazem mal a ninguém. E uns exercícios para aprender a dizer não.&lt;br /&gt; Os confiantes surpreendidos, que são todos aqueles que ao invés de poupar para adquirir o que desejam mediante compra à vista, confiam na renda futura e assumem financiamento que, de repente, não podem pagar porque a renda esperada não se concretizou (por demissão do emprego, por exemplo). Prognóstico: manter sempre uma reserva para eventualidades, resistindo a utilizá-la para outras finalidades.&lt;br /&gt; Nenhum desses três grupos de inadimplentes age por má fé, como o “caloteiro”, mas têm o mesmo potencial para causar prejuízos aos outros e a si mesmos. Por isso os credores prejudicados não costumam oferecer tratamento diferenciado a cada um, impondo constrangimentos a todos, indistintamente.&lt;br /&gt; Em tempos de alta liquidez (muito dinheiro no mercado, procurando oportunidade de rendimento) e taxas de juros elevadas, os ofertantes de empréstimos saem à caça de todos os tipos de potenciais interessados em assumir dívidas, mesmo que com um grau de risco um pouco mais elevado. Aí, então, descontrolados, incautos, confiantes no acesso à renda futura e “caloteiros” entram todos na mesma dança, tornando-se indistinguíveis como gatos preto em noite escura.&lt;br /&gt; Cuidado! Crediário deve ser utilizado moderadamente (não se deve ir muito além do limite da sobriedade). Em casos mais graves de inadimplência, não se deve tomar atitudes precipitadas ou erradas (evitar auto-medicação financeira é fundamental). Preventivamente, é bom obter informações e conselhos. Hoje há muitas fontes de fácil consulta, inclusive gratuitas, que podem ser de grande ajuda. Uma dica: ver os sites indicados em www.pires.pro.br (clicar em “Links” e rolar a barra até “Finanças Pessoais”).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-212131787510919852?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/212131787510919852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=212131787510919852' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/212131787510919852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/212131787510919852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/07/inadimplncia.html' title='Inadimplência'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-6165502460056387764</id><published>2008-06-30T10:12:00.001-03:00</published><updated>2008-07-16T17:37:27.519-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Sazonalidade</title><content type='html'>Sazonalidade é uma expressão muito utilizada pelos economistas, referindo-se à alternância de períodos previsíveis de baixas e altas de preços, em decorrência, respectivamente, de aumentos e diminuições na oferta de bens. Os preços agrícolas (ou dos horti-fruti-granjeiros, noutro jargão do economês) são sazonais: diminuem e aumentam conforme se esteja no período de safra ou de entressafra.&lt;br /&gt; Sazonalidade vem de sazonar – amadurecer. Na safra os grãos, as verduras, as frutas amadurecem e têm que ser colhidas e vendidas; do contrário apodrecem e não geram a renda necessária para cobrir os custos e gerar renda aos produtores. A correria para vendê-los a tempo concentra a oferta num curto período de tempo, levando à redução dos preços porque a demanda não cresce na mesma proporção. A escassez da entressafra , pelo contrário, eleva os preços. Como os bens agrícolas têm períodos previsíveis de plantio e colheita, em função das estações do ano, a variação dos seus preços é sazonal, justificando inclusive a formação de estoques reguladores da parte do governo.&lt;br /&gt; Respeitar a sazonalidade é um importante princípio de finanças pessoais, principalmente para aqueles orçamentos domésticos cujos itens sujeitos a variações de preço por causa dela têm grande participação no total dos rendimentos. O consumidor deve esperar que amadureçam as condições para escolher os itens de sua cesta de consumo: comprar frutas e verduras da estação (ganhando em preço e variedade), organizar seus próprios “estoques reguladores” numa dispensa bem estruturada, comprar de fornecedores diretos que forneçam produtos mais frescos e saudáveis por menores preços, evitar os custos de acondicionamento e embalagens de congelados e acondicionados etc.&lt;br /&gt; O princípio do respeito à sazonalidade não se aplica somente a alimentos. Funciona também no caso do vestuário São lançadas coleções para cada estação (inverno e verão) e meia-estação (outono-inverno e primavera-verão), levando em conta a mudança de clima (natural) e tendências (moda). Para a grande maioria das pessoas, as roupas, calçados e adereços do dia-a-dia não precisam seguir rigorosamente as últimas tendências. Alguns desses itens podem ser comprados no final de uma estação para serem usados durante a próxima similar, principalmente em países, como o Brasil, em que as variações climáticas não são muito acentuadas durante a maioria dos meses.&lt;br /&gt; Outro caso, artificial (não ligado a variações climáticas), de sazonalidade é o das épocas de presentear (Natal, dias das mães, dias dos pais, dia dos namorados, dia das crianças). A demanda, especialmente de última hora, pressiona os preços para cima, deixando os lojistas assanhados e as casas de crédito ensandecidas: é fugir ou perder!&lt;br /&gt; No Brasil o fim-de-ano coincide com o pagamento de um antigo direito trabalhista – o 13o. salário. Fome e vontade de comer criam uma super-sazonalidade. O melhor a fazer é deixar passar a correria e fazer compras ao longo do primeiro trimestre do ano seguinte, quando os estoques começam a “correr atrás” de compradores, por meios de “queimas de estoque” e liquidações.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-6165502460056387764?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/6165502460056387764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=6165502460056387764' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/6165502460056387764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/6165502460056387764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/06/sazonalidade.html' title='Sazonalidade'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-1641002631830931980</id><published>2008-06-24T16:05:00.002-03:00</published><updated>2008-07-16T17:37:58.724-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Barato ou caro?</title><content type='html'>Barato ou caro? Apesar de esta ser uma das mais prosaicas questões de economia, a resposta a ela não é tão simples como pode parecer à primeira vista. Tanto que é comum a discordância entre os agentes econômicos sobre este assunto. Principalmente no momento de realizar uma transação comercial.&lt;br /&gt; A referência básica para se saber se um bem ou serviço é barato ou caro é o preço por ele pedido. Um preço alto em geral é associado à noção de caro e vice-versa. Mas essa referência é insuficiente, quando não enganosa. Se alguém paga caro, é porque barato lhe parece. Ou seja, a noção de barato ou caro é subjetiva. Embora o preço seja objetivo – está lá, expresso em números inequívocos – o bem-estar ou prazer obtido com a aquisição, mediante o pagamento do preço varia de pessoa para pessoa.&lt;br /&gt; Quem ganha R$ 5.000,00 por mês não precisa fazer cálculos a cada vez que toma um refrigerante de R$ 1,50. Não se pode dizer o mesmo de quem ganha R$ 300,00 por mês. Assim, uma boa maneira de avaliar se uma mercadoria é barata ou cara é verificando quantas unidades dela podem ser compradas com o salário total: 3.333 refrigerantes para R$ 5.000,00 e 200 refrigerantes para R$ 300,00.&lt;br /&gt; Outra forma de chegar à mesma conclusão é verificando quantas horas é preciso trabalhar para comprar a mercadoria. Quem ganha R$ 5.000,00 líquidos por mês recebe aproximadamente R$ 24,00 por hora de trabalho (considerando o descanso semanal remunerado e desconsiderando horas-extras). Portanto, um refrigerante lhe custa menos de 4 minutos de trabalho. Quem ganha apenas R$ 300,00 paga mais de uma hora de trabalho para refrescar a goela. Caríssimo!&lt;br /&gt; Há outros complicadores, ainda. A noção de barato e caro varia em função da sensação de bem-estar (benefício) que um produto proporciona em distintas circunstâncias. Aquele para quem um refrigerante é caro durante o inverno passa a acha-lo menos caro ou barato no verão. Depois de uma jornada árdua, sob intenso calor, um trabalhador que ganhe os mencionados R$ 300,00 por mês e pague uma hora de trabalho por um refrigerante vai achá-lo muito menos caro do que acha num final-de-semana. O custo é o mesmo, mas o benefício varia com as circunstâncias.&lt;br /&gt; Quem achou barato o preço de algo que acabou de comprar, também pode mudar de opinião ao saber que seu vizinho comprou a mesma coisa por preço menor. Da mesma forma, sente-se traído um consumidor que constata ser muito inferior a qualidade de um produto adquirido a um preço vantajoso: comprou pela metade, uma mercadoria que vale somente um décimo (o barato que sai caro).&lt;br /&gt; Mesmo vendido barato, um bem é caro se o custo é muito baixo e o lucro exagerado. Isso acontece geralmente quando se trata de um bem muito demandado e de baixo valor, produzido por empresas oligopolistas (donas de fatias significativas do mercado). &lt;br /&gt; Comprar barato, pode-se concluir, é uma arte. Algumas medidas podem ser recomendadas para melhorar a performance de cada artista/consumidor:&lt;br /&gt;1. avaliar quanto custa em horas-trabalho;&lt;br /&gt;2. tomar cuidado para não “levar gato por lebre” (assegurar qualidade mínima);&lt;br /&gt;3. pesquisar preços (e negociar);&lt;br /&gt;4. pechincar (sem vergonha);&lt;br /&gt;5. adiar a compra se for entressafra (hortifrutigranjeiros), início estação (vestuário), época de lançamento (eletrodomésticos, veículos etc.), períodos de elevação sazonal da demanda (final de ano, por exemplo).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-1641002631830931980?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/1641002631830931980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=1641002631830931980' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/1641002631830931980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/1641002631830931980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/06/barato-ou-caro.html' title='Barato ou caro?'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-2695715638752953687</id><published>2008-06-21T21:35:00.001-03:00</published><updated>2008-07-16T17:38:31.273-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>A especificidade das finanças pessoais</title><content type='html'>&lt;p class="MsoBodyText"&gt;As finanças pessoais têm em comum com as finanças empresariais a lógica do dinheiro como alicerce. Nos dois casos a obtenção do dinheiro com o menor esforço possível e o uso dele para obter o máximo de vantagem, pelo maior período de tempo, é a regra a seguir para&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;maximizar resultados.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Quanto aos objetivos, entretanto, cada um desses ramos das finanças (assim como o terceiro e último deles – o das finanças públicas) tem o seu, obrigando a que sejam tratados de maneiras distintas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Nas finanças empresariais o objetivo fundamental é o lucro (parte reinvestido e parte apropriado pelo proprietário ou distribuído entre sócios ou acionistas, na forma de participação ou dividendos). Desse desiderato essencial, a empresa só se afasta por outros, estrategicamente colocados, esporadicamente: derrubada de concorrente, ampliação de fatias de mercado, consolidação de marca ou produto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;As finanças pessoais visam, por seu turno, à elevação dos níveis individuais de satisfação, bem-estar, conforto e prazer – no conjunto uma boa aproximação de felicidade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Embora na maioria dos casos envolva menor volume de recursos e relações e instrumentos de gestão menos complexos, as finanças pessoais apresentam dois complicadores que não existem nas finanças empresariais: a subjetividade de seu objetivo e a impossibilidade de decretar o fim de seu sujeito.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Quando uma firma não consegue gerar lucros por períodos prolongados, mesmo que os proprietários não desejem, ela é fechada, cessam suas atividades. Porque ela não é financeiramente viável. Pelo contrário, quando uma pessoa não se revela financeiramente viável, o “encerramento de atividades” não é praticável. Portanto, o conselho “feche as portas, livre-se das máquinas e empregados” não tem qualquer funcionalidade. Nas finanças pessoais parte-se da aceitação de que a manutenção da vida é um valor em si, estando fora de questão sua extinção como solução para eventuais problemas financeiros.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Mantida a vida, é preciso que seja a mais feliz possível, o que coloca o problema do conceito de felicidade, que é em grande medida subjetivo. A vida pode beirar o insuportável para alguém que por dez anos ganhou R$ 15.000,00 mensais e agora só consegue R$ 3.000,00. Por outro lado, uma pessoa que ganhe R$ 600,00 vê nos R$ 3.000,00 do novo-pobre a porta do paraíso. Para essa pessoa, uma renda adiconal de R$ 200,00 já seria uma enorme benção.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Portanto, a equação fundamental das finanças pessoais tem de um lado uma variável objetiva (um valor expresso em moeda) e, de outro lado, uma variável subjetiva: a noção de felicidade. Se a variável felicidade está calcada apenas em elementos materiais (consumo), que têm seu preço, mais difícil atingi-la. Pelo contrário, é possível aumentar os níveis de felicidade com pouco dinheiro, como provam a maioria das pessoas para quem certos bens e serviços nunca foram desejados porque nunca foram imaginados como passíveis de aquisição.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Combinar ambição e resignação diante dos inúmeros possíveis desejos de consumo e considerar elementos não materiais, extra-econômicos, como propiciadores de satisfação e prazer é um procedimento necessário à boa gestão das finanças pessoais, que as fazem muito distintas das finanças empresariais. “A mente é o seu próprio lugar, pode fazer do céu inferno, e do inferno paraíso, já dizia Milton.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-2695715638752953687?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/2695715638752953687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=2695715638752953687' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/2695715638752953687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/2695715638752953687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/06/especificidade-das-finanas-pessoais.html' title='A especificidade das finanças pessoais'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-375926403931371207.post-5209136627541443255</id><published>2008-06-21T21:01:00.001-03:00</published><updated>2008-06-21T21:05:21.773-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comentários'/><title type='text'>Finanças pessoais: instrumento para uma vida melhor.</title><content type='html'>Bem-vindo ao blog &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Finanças Pessoais&lt;/span&gt;. Aproveite as informações e reflexões aqui disponibilizadas para colocar suas finanças pessoais ou familiares sob controle e, assim, melhorar sua qualidade de vida. Fique à vontade para apresentar dúvidas, sugestões e críticas, por meio dos "comentários" permitidos em cada uma das postagens.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/375926403931371207-5209136627541443255?l=finpess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://finpess.blogspot.com/feeds/5209136627541443255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=375926403931371207&amp;postID=5209136627541443255' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/5209136627541443255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/375926403931371207/posts/default/5209136627541443255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://finpess.blogspot.com/2008/06/finanas-pessoais-instrumento-para-uma.html' title='Finanças pessoais: instrumento para uma vida melhor.'/><author><name>Valdemir Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03908374855064972670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_pblol2Zj_TY/SF2mFUWO6DI/AAAAAAAAALg/qQROC-9XgDA/S220/DadyCNPQ.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
